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	<title>Comentários em: Rosa Luz</title>
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	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 03:47:23 +0000</pubDate>
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		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34604</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 20:47:34 +0000</pubDate>
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		<description>O meu primito disse tudo, Daniel. Estiveste bem, muito bem mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O meu primito disse tudo, Daniel. Estiveste bem, muito bem mesmo.</p>
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		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34600</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 19:48:59 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bem, Valupi. Há gente, inteligente, sensível até, que não entende a blogosfera, nem a internet, nem a liberdade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem, Valupi. Há gente, inteligente, sensível até, que não entende a blogosfera, nem a internet, nem a liberdade.</p>
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	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34595</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 17:24:05 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel, se só o JCF, teu amigo, te importa, para quê usar as caixas de um blogue, que é público, para comunicares com ele? Porque não mandar-lhe um email ou uma carta ou um sms ou fazer um telefonema? Porque não uma visita, um encontro, uma tarde ou noite bem passada discutindo a métrica da poesia e outros assuntos elísios?

Chamo a tua atenção para o lado oposto: os blogues, e o nosso em especial, vivem desta animação, riqueza, até selvajaria, das caixas de comentários. São os contributos do grupo, que é dinâmico e plástico, a darem motivos de leitura, releitura e pensamento. Foi precisamente o que tu fizeste, em boa hora: apresentaste uma segunda versão do texto em poste. Excelente! Tão excelente que até conseguiste levar o meu primo a botar faladura. Só por isso, já merecias uma medalha. Como, ainda por cima, recebeste rasgados elogios, podes também levar a taça. Mas não cometas o pecado de te revoltar contra a liberdade de cada um dizer o que lhe der na gana. Isso, convirás, não é de poeta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel, se só o JCF, teu amigo, te importa, para quê usar as caixas de um blogue, que é público, para comunicares com ele? Porque não mandar-lhe um email ou uma carta ou um sms ou fazer um telefonema? Porque não uma visita, um encontro, uma tarde ou noite bem passada discutindo a métrica da poesia e outros assuntos elísios?</p>
<p>Chamo a tua atenção para o lado oposto: os blogues, e o nosso em especial, vivem desta animação, riqueza, até selvajaria, das caixas de comentários. São os contributos do grupo, que é dinâmico e plástico, a darem motivos de leitura, releitura e pensamento. Foi precisamente o que tu fizeste, em boa hora: apresentaste uma segunda versão do texto em poste. Excelente! Tão excelente que até conseguiste levar o meu primo a botar faladura. Só por isso, já merecias uma medalha. Como, ainda por cima, recebeste rasgados elogios, podes também levar a taça. Mas não cometas o pecado de te revoltar contra a liberdade de cada um dizer o que lhe der na gana. Isso, convirás, não é de poeta.</p>
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	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34594</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 15:46:43 +0000</pubDate>
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		<description>É curioso, o poema do JCF esteve aqui um dia sem que ninguém lhe prestasse atenção. Eu, como seu amigo e talvez abusando da confiança que temos um com o outro, sugeri-lhe correcções como hipótese de melhorar o poema. Aliás já não é a primeira vez que isto acontece, nem só da minha parte, e o JCF até agradeceu. Na maior parte dos seus poemas eu gosto do seu ritmo irregular, fazendo lembrar o inesperado dos ritmos de Strawinsky. Mas aqui essa falta de ritmo (chega a ter treze sílabas num dos versos) quebra a subtileza do poema. Além disso, não o fiz às escâncaras, mas no espaço mais reservado dos comentários, que em princípio se destinam sobretudo ao autor do "post". No entanto, como é habitual, aqui discute-se mais acerca dos comentários do que do tema. E, se há gente que parece perceber muito de honra, nota-se que de poesia pouco sabe. Eu não sou mestre de nada, e já deveria ter percebido que é perigoso ter opinião aqui.
Só me resta pedir sinceramente desculpa ao meu amigo JCF, se de algum modo o magoei. Só ele me importa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É curioso, o poema do JCF esteve aqui um dia sem que ninguém lhe prestasse atenção. Eu, como seu amigo e talvez abusando da confiança que temos um com o outro, sugeri-lhe correcções como hipótese de melhorar o poema. Aliás já não é a primeira vez que isto acontece, nem só da minha parte, e o JCF até agradeceu. Na maior parte dos seus poemas eu gosto do seu ritmo irregular, fazendo lembrar o inesperado dos ritmos de Strawinsky. Mas aqui essa falta de ritmo (chega a ter treze sílabas num dos versos) quebra a subtileza do poema. Além disso, não o fiz às escâncaras, mas no espaço mais reservado dos comentários, que em princípio se destinam sobretudo ao autor do &#8220;post&#8221;. No entanto, como é habitual, aqui discute-se mais acerca dos comentários do que do tema. E, se há gente que parece perceber muito de honra, nota-se que de poesia pouco sabe. Eu não sou mestre de nada, e já deveria ter percebido que é perigoso ter opinião aqui.<br />
Só me resta pedir sinceramente desculpa ao meu amigo JCF, se de algum modo o magoei. Só ele me importa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CRÓTALO</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34593</link>
		<dc:creator>CRÓTALO</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 14:51:51 +0000</pubDate>
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		<description>JCF

Tinha gostado muito do poema quando o li ontem. Não comentei porque não calhou; não vi defeitos nem andei à procura deles, até porque nem sou meio-poeta e de crítico tenho ainda menos. Mas tenho duas pernas. As perguntas,  no entanto,  ficam. Como é que se vai convencer estas correctores de poesia de que não há um único poeta ou prosador que não possa ser corrigido naquilo que escreve, incluindo Aligheris e Vazes? Se aqui forem postos versos  dum "consagrado", incluindo as poesias  de estado de alma de merda do Pessoa, não há nenhum maricas que abra o bico para pôr defeitos. Pior, muitos deles entram em orgasmo. Pelo menos entre a maricagem. Ou se gosta ou se não gosta daquilo que se lê. Assunto arrumado. E quem é que nos diz que o poeta mais tarde não modificaria o  poema ou não se aperceberia dos seus defeitos de rima, pontuação, métrica, ritmo, etc e tal?

Segue a minha contribuição (completamente "estragada", evidentemente):


Vejo uma merda a arder,  não é lume.
Fico intrigado, não vislumbro combustão.
Olho para o lado, não fosse ser ciume,
E nisto topo o Daniel de caralho na mão</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JCF</p>
<p>Tinha gostado muito do poema quando o li ontem. Não comentei porque não calhou; não vi defeitos nem andei à procura deles, até porque nem sou meio-poeta e de crítico tenho ainda menos. Mas tenho duas pernas. As perguntas,  no entanto,  ficam. Como é que se vai convencer estas correctores de poesia de que não há um único poeta ou prosador que não possa ser corrigido naquilo que escreve, incluindo Aligheris e Vazes? Se aqui forem postos versos  dum &#8220;consagrado&#8221;, incluindo as poesias  de estado de alma de merda do Pessoa, não há nenhum maricas que abra o bico para pôr defeitos. Pior, muitos deles entram em orgasmo. Pelo menos entre a maricagem. Ou se gosta ou se não gosta daquilo que se lê. Assunto arrumado. E quem é que nos diz que o poeta mais tarde não modificaria o  poema ou não se aperceberia dos seus defeitos de rima, pontuação, métrica, ritmo, etc e tal?</p>
<p>Segue a minha contribuição (completamente &#8220;estragada&#8221;, evidentemente):</p>
<p>Vejo uma merda a arder,  não é lume.<br />
Fico intrigado, não vislumbro combustão.<br />
Olho para o lado, não fosse ser ciume,<br />
E nisto topo o Daniel de caralho na mão</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34590</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 14:22:38 +0000</pubDate>
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		<description>AS, eu prefiro a versão do post, a do jcf.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>AS, eu prefiro a versão do post, a do jcf.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elypse</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34585</link>
		<dc:creator>Elypse</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 13:22:24 +0000</pubDate>
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		<description>JCF,

também fui alvo de correcção por parte de um amigo. mostrei muitos dos poemas e textos que escrevi ao Cesariny. num deles, que terei a liberdade de aqui colocar, apenas mudou uma palavra, que assenta bem ao Daniel ;)

Álvaro de Campos
...ressuscitou...

nos telhados as cabeças
nas cabeças a demência que os projectou
janelas   paredes   muros  –  estruturas

exemplos de exclusividade, de solidão
devido à vulnerabilidade
a protecção teve necessidade e protegeu-se

faço por entender o que não entendo
porém, o que entendo nunca foi o que quis entender
estranho, este mundo das ideias...

poderá a ideia criar e não ser criada?
risos... a ideia deixou de ser contínua
é um processo descontínuo que continua

farei jus a este mundo fragmentado
neste saltitar ininterrupto
&lt;em&gt;neste não ser nada 
por ser   várias coisas ao mesmo tempo&lt;/em&gt; 

meus (teus) poetas fingem-se
fingem-se todos da mesma maneira e modo
auxiliam-se mutuamente – são um todo disfarçado

procuraram dar beleza – falseá-la
não posso ser bom porque vos suportei
ó, aturei-vos como algo, alternativa em reciprocidade

estou farto de tricô – de rendilhados eufemistas
de falsos sentimentos, de falsos sentires
de ser indirecto quando posso ser *directo

					   ... puta que o pariu...

e agora, eis a palavra que o &lt;em&gt;malandro&lt;/em&gt; me alterou: * discreto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JCF,</p>
<p>também fui alvo de correcção por parte de um amigo. mostrei muitos dos poemas e textos que escrevi ao Cesariny. num deles, que terei a liberdade de aqui colocar, apenas mudou uma palavra, que assenta bem ao Daniel ;)</p>
<p>Álvaro de Campos<br />
&#8230;ressuscitou&#8230;</p>
<p>nos telhados as cabeças<br />
nas cabeças a demência que os projectou<br />
janelas   paredes   muros  –  estruturas</p>
<p>exemplos de exclusividade, de solidão<br />
devido à vulnerabilidade<br />
a protecção teve necessidade e protegeu-se</p>
<p>faço por entender o que não entendo<br />
porém, o que entendo nunca foi o que quis entender<br />
estranho, este mundo das ideias&#8230;</p>
<p>poderá a ideia criar e não ser criada?<br />
risos&#8230; a ideia deixou de ser contínua<br />
é um processo descontínuo que continua</p>
<p>farei jus a este mundo fragmentado<br />
neste saltitar ininterrupto<br />
<em>neste não ser nada<br />
por ser   várias coisas ao mesmo tempo</em> </p>
<p>meus (teus) poetas fingem-se<br />
fingem-se todos da mesma maneira e modo<br />
auxiliam-se mutuamente – são um todo disfarçado</p>
<p>procuraram dar beleza – falseá-la<br />
não posso ser bom porque vos suportei<br />
ó, aturei-vos como algo, alternativa em reciprocidade</p>
<p>estou farto de tricô – de rendilhados eufemistas<br />
de falsos sentimentos, de falsos sentires<br />
de ser indirecto quando posso ser *directo</p>
<p>					   &#8230; puta que o pariu&#8230;</p>
<p>e agora, eis a palavra que o <em>malandro</em> me alterou: * discreto</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AS</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34584</link>
		<dc:creator>AS</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 13:21:24 +0000</pubDate>
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		<description>Pois eu cá para mim prefiro de longe a versão do Daniel. Genial!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois eu cá para mim prefiro de longe a versão do Daniel. Genial!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Zeca Diabo</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34582</link>
		<dc:creator>Zeca Diabo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 12:35:56 +0000</pubDate>
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		<description>Os critérios de excelência nestes comentários andam ao nível do ponto mais baixo da Fossa das Marianas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os critérios de excelência nestes comentários andam ao nível do ponto mais baixo da Fossa das Marianas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34580</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 09:58:37 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente, jcf.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente, jcf.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rrr</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34575</link>
		<dc:creator>rrr</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 00:31:28 +0000</pubDate>
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		<description>a segunda versão é tecnicamente melhor. mas é precisamente por isso que a "correcção" me parece um gesto imperdoável. nem em privado se faz uma coisa destas a um amigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a segunda versão é tecnicamente melhor. mas é precisamente por isso que a &#8220;correcção&#8221; me parece um gesto imperdoável. nem em privado se faz uma coisa destas a um amigo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lia</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34573</link>
		<dc:creator>Lia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 23:21:43 +0000</pubDate>
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		<description>Há um cravo a murchar,apenas cinza
Da robusta braseira dum vulcão
Mas mortiço,ainda o cravo inspira
Uma acesa e literária discussão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há um cravo a murchar,apenas cinza<br />
Da robusta braseira dum vulcão<br />
Mas mortiço,ainda o cravo inspira<br />
Uma acesa e literária discussão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: pontos nos ii</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34569</link>
		<dc:creator>pontos nos ii</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 23:01:03 +0000</pubDate>
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		<description>Também achei o poema bastante bom, tal como está. A única alteração que faria era trocar «deste ciúme» por «do ciúme». Como JCF o escreveu, fica com uma sílaba a mais que estraga, desnecessáriamente, o rigor, a musicalidade e a "mensagem" do autor - que, me parece, trocando os cravos por uma rosa, não deixa de se associar, com alguma crítica e desilusão, à data hoje comemorada.

Daniel de Sá: 
Gosto bastante dos seus poemas, mas concordo ser demasiada imiscuência «trabalhar» ao seu jeito um poema alheio. Cada um tem o seu estilo e a sua forma poética de se expressar. Que me desculpe, mas prefiro o poema do JCF ao poema «renovado» que se deu ao trabalho de escrever.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também achei o poema bastante bom, tal como está. A única alteração que faria era trocar «deste ciúme» por «do ciúme». Como JCF o escreveu, fica com uma sílaba a mais que estraga, desnecessáriamente, o rigor, a musicalidade e a &#8220;mensagem&#8221; do autor - que, me parece, trocando os cravos por uma rosa, não deixa de se associar, com alguma crítica e desilusão, à data hoje comemorada.</p>
<p>Daniel de Sá:<br />
Gosto bastante dos seus poemas, mas concordo ser demasiada imiscuência «trabalhar» ao seu jeito um poema alheio. Cada um tem o seu estilo e a sua forma poética de se expressar. Que me desculpe, mas prefiro o poema do JCF ao poema «renovado» que se deu ao trabalho de escrever.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Zé</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34566</link>
		<dc:creator>Zé</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 22:56:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34566</guid>
		<description>Pelo dia de hoje, pelo amor à verdade, junto-lhe esta continuação mal-amanhada:

Ao fogo que queimou a minha alma
Quero juntar-lhe, nesta noite calma
As esperanças adiadas de alegria

Aos pobres a quem o pão não chega
Aos párias a quem Abril relega
Vamos esperar que venha um dia...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo dia de hoje, pelo amor à verdade, junto-lhe esta continuação mal-amanhada:</p>
<p>Ao fogo que queimou a minha alma<br />
Quero juntar-lhe, nesta noite calma<br />
As esperanças adiadas de alegria</p>
<p>Aos pobres a quem o pão não chega<br />
Aos párias a quem Abril relega<br />
Vamos esperar que venha um dia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34565</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 22:53:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34565</guid>
		<description>Concordo com o meu primo, o poema do Daniel canta-se com mais doçura. Mas discordo do meu primo, nem isso justifica o sacrilégio de se pretender corrigir o amor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o meu primo, o poema do Daniel canta-se com mais doçura. Mas discordo do meu primo, nem isso justifica o sacrilégio de se pretender corrigir o amor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34562</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 22:38:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34562</guid>
		<description>JPC
Sou demasiado amigo do JCF para ser atrevido e arrogante em relação a ele. O poema era demasiado belo para que eu me coíbisse de correr o risco de apanhar uma reprimenda como a tua, que acaba por ser até muito benevolente.
Toma lá um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JPC<br />
Sou demasiado amigo do JCF para ser atrevido e arrogante em relação a ele. O poema era demasiado belo para que eu me coíbisse de correr o risco de apanhar uma reprimenda como a tua, que acaba por ser até muito benevolente.<br />
Toma lá um abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34559</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 21:57:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34559</guid>
		<description>Daniel: só há uma coisa que ultrapassa o teu atrevimento e a tua arrogância - a genialidade das alterações que propões. Não diria que a versão do jcf está estragada (longe disso, até vinha aqui comentar o quão belos são esses versos), mas a tua versão é de uma leveza incrível. Relojoaria pura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel: só há uma coisa que ultrapassa o teu atrevimento e a tua arrogância - a genialidade das alterações que propões. Não diria que a versão do jcf está estragada (longe disso, até vinha aqui comentar o quão belos são esses versos), mas a tua versão é de uma leveza incrível. Relojoaria pura.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/rosa-luz/#comment-34552</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 20:47:16 +0000</pubDate>
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		<description>Meu Caro JCF
É pena que estrague belíssimos poemas com o pouco cuidado nas sílabas e na acentuação. Ora repare como isto assim, por exemplo, fica com muito mais ritmo:

Há uma rosa a arder, já não é lume
Mas um foco de luz sem combustão
No fósforo mortiço do ciúme
Sobejaram sinais da tua mão

Teus lábios o botão anunciado
Teus dedos a memória duma haste
Busquei a tua voz por todo o lado
Mas foi na rosa ardida que ficaste</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu Caro JCF<br />
É pena que estrague belíssimos poemas com o pouco cuidado nas sílabas e na acentuação. Ora repare como isto assim, por exemplo, fica com muito mais ritmo:</p>
<p>Há uma rosa a arder, já não é lume<br />
Mas um foco de luz sem combustão<br />
No fósforo mortiço do ciúme<br />
Sobejaram sinais da tua mão</p>
<p>Teus lábios o botão anunciado<br />
Teus dedos a memória duma haste<br />
Busquei a tua voz por todo o lado<br />
Mas foi na rosa ardida que ficaste</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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