Poesia incompleta

Poesia incompleta e sempre assim será
Porque nunca se completa e se termina
Os poemas registam aquilo que não há
Pois confundem a praça com a esquina

E tudo de nós se afasta até certa distância
Lá onde os poemas nascem a cada dia
Por baixo os poemas velhos da infância
Por cima um rumor de paz e de alegria

Poesia incompleta e é por natureza
Há poemas inacabados a andar no ar
Na folha de papel fica a luz da mesa
Onde se inscreve o instável do lugar

Todos os dias de manhã o palimpsesto
Se renova no poema e na memória
Na linha de dividir não se vê o resto
Cada poema é uma conta provisória

53 thoughts on “Poesia incompleta”

  1. grande José do Carmo,
    leio-te e não resisto a vir deixar o cumprimento sincero que se impõe, mais uma partilha íntima que olha, bateu-me, sei lá: sabes que somos almas gémeas, enfim, praticamente? A mesma rotina, nas coisas pequenas… eu por exemplo é todos os dias, não falha: acordo, tomo o meu duche, como o iogurte e pimba, também renovo o palimpsesto! É logo, no poema, na memória, e tudo e tudo e tudo… mas tenho é que pôr os óculos, senão não vejo nem a linha de dividir, quanto mais o resto…
    Ele há coisas engraçadas, já viste?
    Coincidências, é o que é.

    Toma lá abraço, então,
    do

    rvn

  2. :-) “poesia a toda a hora, simplesmente poesia – eu insisto. e se num momemto a poesia faltar, não desistas de mim, amor, estarei apenas a descansar”

    gostei muito, Zézinho. e também do teu palimpsesto, Ruizinho – já morenaste? :-)

  3. Sinhã obrigado pela atenção da leitura. Tu sabes que num certo sentido toda a literatura é uma homenagem à literatura.

  4. Já agora Sinhã e Rui – o título é uma homenagem a uma Livraria que existe mesmo na Rua Cecílio de Sousa nº 11 em Lisboa, perto do Principe Real.

  5. Há dias, um dos comentadores de José do Carmo Francisco, queixou-se de que o seu nome, constante do seu mail, havia sido divulgado por esse senhor. Também fiz um comentário ao post “Canção para um Império em S. Carlos”. Ao meu comentário, que julgo pertinente, respondeu: “Tu fazias aqui tanta falta como a fome: és maluca e desentendida…”. Assinei com o pseudónimo “A Bem do Português”. Ao chamar-me no feminino, é sinal que tem acesso aos mails. Certamente, um destes dias, corro o risco de jcfrancisco divulgar o meu nome que consta, por inteiro, no meu mail. A pergunta que faço é a seguinte: é permitido a este colaborador do aspirina denunciar o que se supõe ser sigiloso, como está escrito ao lado da caixa para comentar (will not be published)? Que me responda o senhor Valupi. Não estou interessada na busca da identidade de cada um. Mas estou interessada em saber se a passada do senhor José do Carmo Francisco vai além do seu sapato. A divulgação dos mails, ou se o comentador é do sexo masculino ou feminino, não me parece mais do que uma represália ou ameaça, talvez de modo a dissuadir os comentadores que apontam erros ao dito senhor. Para mim, uma caixa de comentários deve ser um ponto de encontro de opiniões, de discussão, de “tertúlia virtual”. Não uma caça a quem entendeu não se identificar. Num blog onde tanto se apregoam direitos de privacidade, de expressão e outros, é um pouco estranho. Só peço uma resposta. Será pedir muito?

  6. Eu é que tenho que responder e respondo: escrevi maluca convencido de que se trata de alguém do sexo feminino. Apenas isso. Ou seja, o mesmo alguém que aqui há tempos, de modo miserável, colocou um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen no Blog como se fosse um comentário a um poema meu e fingindo não saber que na mesma colecção (Círculo de Poesia – Moraes Editores) tenho eu dois volumes publicados. Se me enganei e o dito cujo afinal é um ser humano de aspecto masculino retiro o que disse mas estava mesmo convencido. Vai para o saco se é mentira – já assim se dizia na minha infância.

  7. um poeta que se ofende quando lhe colocam poemas da sofia na caixa dos comentários e que acha obrigatório o conhecimento da sua poesia e de quem a edita, só pode ser parvo e forrado do mesmo. oh zézinho das catastrófes manda os dois volumes para a renova reimprimir em rolo e pede ao viegas para decretar uso obrigatório nas escolas,talvez um dia sejas reconhecido.

  8. És um mentiroso, pá! Um palerma que se serve de tudo para se promover, basta ver o que escreveste acima. És uma vergonha. E chamo-te mentiroso porque, no meu caso, foste ver o mail e tratáste-me pelo meu nome próprio: ANDRÉ! Faltou o resto, mas isto já chegou. OS MAILS NÃO PODEM SER DIVULGADOS! É um abuso da tua parte, porque ficas rancoroso e queres vingar-te. Agora fizeste o mesmo com outra comentadora (que já fui ler e que tem milhentas razões no que diz) e vens dizer QUE ESTAVAS CONVENCIDO??? Estás a gozar, pá? E que te interesa que seja do sexo feminino ou não? Quando dizes que os comentadores «são todos a mesma coisa, a mesma pessoa», chega-se a uma conclusão: se são TODOS A MESMA PESSOA, QUER DIZER QUE SÓ TENS UM COMENTADOR! É assim ou não é? Triste figura a tua. Tens a sinhã, a quem o valupi disse para «largar o vinho» e o nascimento a quem mandas abraços. Vê tu a categoria dos teus posts! jcfrancisco, larga o vinho, pá, já chega de bebedeira!

  9. ah pois tem a Sinhã – que mesmo na possibilidade de, um dia, estar ébria, é mais sóbria do que dez andrés filipes juntos – dez de ti que precisas de vir aqui, ressabiado, para encher os tomates à custa de textos de alguém. triste és tu e os outros, animal de duas patas; urso lipe. :-)

  10. Continuo convencido do mesmo e se fosse agora repetia a resposta: penso que quem escreveu um porco comentário ao poema dos Açores é o mesmo ser humano que antes escreveu um não menos porco comentário (colocar um poema do género «toma lá que já almoçaste») como se um poema de Sophia me metesse medo. Mas convencido pela intuição como é óbvio. Se me enganei, paciência, não foi por mal, foi porque estava convencido que era uma fulana.

  11. Continuas a mentir descaradamente. E o meu nome, pá? Só o podias ter visto no meu mail. E foi isso que fizeste com a comentadora: viste que se tratava de uma mulher e, aí vai disto! És um estafermo, pá. E um cobardolas. Dizes que o comentário ao poema dos Açores «é um comentário porco». Vai lê-lo outra vez e vê se aprendes alguma coisa. Porco és tu, pá, que tratas a comentadora por «fulana». Imbecil, a atrever-se a dizer que «um poema da Sophia não me mete medo». Pois não, devia merecer-te era respeito. Mas tu não te respeitas nem a ti próprio, palerma! Vamos, responde de uma vez por todas: como é que soubeste que o meu nome era André? Deves ser bruxo… Tem vegonha e vai contar que descobriste o meu nome por acaso aos teus netos, pá!

  12. Não tenho vergonha porque não tenho que ter, era o que faltava!!! Não mistures as coisas, porcalhão, andré e filipe era o princípio, os comentários iniciais, depois passou a anónimo I e anónimo II depois passou a outros e era sempre o mesmo mas em relação à porcaria de «a bem da poesia» juro que pensei ser uma figura de aspecto feminino e continuo a pensar. Pelo tom, nada mais pois deito fora os «maisl». Imbecil és tu, porcalhão, miserável. Até por te atreveres a pensar que o «fodilhão» que te mostrou a careca e disse umas verdades era eu. É preciso ser mesmo um celerado, delirante e alucinado para pensar o impensável. Eu sou eu e não os outros. Acabou finalmente. Ponto final.

  13. Ponto final é o que tu julgas! A tua mentira é tão sacana como isto: NUNCA ASSINEI QUALQUER COMENTÁRIO COMO FILIPE! Desafio-te a que apresentes no Aspirina um único comentário assinado com esse nome. Não sejas cobardola e aceita o desafio que te faço publicamente. Enrolado na tua mentira, até escreves ANDRÉ e FILIPE, como se fossem duas pessoas. Repito: vai ao arquivo e apresenta um só comentário que te fosse dirigido assinado por FILIPE! Com o meu nome, André, assinei muitos. Nunca como Filipe ou André Filipe (meu nome próprio), que tu viste no mail e vieste divulgar num dos teus comentários. Dessa não te livras, palerma. Acuso-te de vigarista e delator. Brincas com coisas sérias e não me conheces, pá! Vai lavar a língua com lixívia e criólina, que é o mais indicado para ti! Além disso, deves estar louco de vez ao afirmares que sou todos em um! Nem enchergas que as maneiras de escrever são diferentes, ó «maloio»? Então e o «antipassos coellon», também sou eu?! Deliras, meu, basta ler a escrita balofa e medíocre que sai dessa tua tola, pá!

  14. A esta hora quem se deve estar a rir (ou estará de férias?) é o «anonimo», sem acento, o «anónimo II», com acento, e outros que tais… Um dia destes vais tê-los de volta, não desesperes, pá, que não merece a pena!

  15. À ATENÇÃO DO SENHOR VALUPI, os emails não são publicados, nunca o foram e não serão. Quem os coloca quando comenta ou pretende utilizar o serviço de recepção de comentários ou pretende deixar uma informação identitária para além do nome.

    Caso algum autor publique um email de um comentador, algo que nunca aconteceu de acordo com a minha memória, esse email seria posteriormente apagado e a situação discutida entre a equipa de autores. Mais esclareço que o blogue não se serve dos emails para qualquer fim externo à gestão de eventuais questões relativas à identidade em disputa (por exemplo, a situação hipotética em que duas pessoas utilizem o mesmo nome e reclamem a autoria dos mesmos comentários). Também será possível utilizar os emails para eventuais contactos privados entre autores e comentadores, como é óbvio.

    Dito isto, tu és o único responsável pela decisão de deixares emails (verdadeiros ou falsos) seja onde for. Não tens qualquer direito neste blogue, pelo que, ao limite, os teus emails poderiam ser expostos sem que tal fosse ilícito. É preciso teres presente que não estás num espaço que obedeça a qualquer enquadramento regimental, estás a utilizar um espaço privado onde as regras são aquelas que os autores aplicarem e nenhumas outras.

  16. meus senhores,
    tudo isso pode até estar muito certo, não digo que não, mas e o palimpsesto, hein? Os senhores já se esqueceram do palimpsesto, que se renova e tudo? Ah pois é, afinal tanta conversa, tanta conversa e do palimpsesto já ninguém dizia nada, não fosse eu e era a tragédia, o colapso, o esquecimento…

    parece impossível, sinceramente!!
    mas será que insistem em ignorar o palimpsesto? Hein?

  17. e minha senhora, já agora, que não sou pénizada, Ruizinho. e também outra coisa: até podes ter vindo moreninho mas mouco também viste com certeza. :-)

  18. Valupi, nesse caso, deve retirar a informação «will not be published», que se encontra ao lado do «mail», como garante da privacidade de cada um. Não está lá a fazer nada. Passou por cima da questão principal: a divulgação, pelo jcfrancisco, do meu nome constante do meu email: André Filipe. Se eu quisesse colocar o meu nome verdadeiro não usava pseudónimo – exactamente, como o senhor faz. Assim, no seu entender, sou «o único responsável pela decisão de deixar emails seja onde for». Grato pelo aviso. E também por ficar a saber que defende a conduta raivosa de um «prestimoso e ilustre poeta, escritor, jornalista e outras coisas mais» colaborador do aspirina. Vamo-nos «vendo» por aqui…

    A sua resposta é dirigida à senhora que colocou o comentário «À ATENÇÃO DO SENHOR VALUPI», mas como foi o meu nome a ser divulgado pelo «insigne poeta, a quem os poemas de Sophia não metem medo», eis a razão destas linhas.

  19. ANDRÉ FILIPE (agora assino com o meu nome), essa informação é respeitada, pois os emails não são, não foram e não serão divulgados. Se calhar, não entendeste o que escrevi.

    Quanto ao que o José do Carmo Francisco faz, e desde que não colida com os princípios acima expostos, apenas o responsabiliza a ele. Se consideras que não é eticamente legítimo veres um nome que escrevas num email a ser referido por um autor ao qual deste conhecimento desse email porque lhe enviaste um comentário, então tens bom remédio: não voltes a deixar emails ou não voltes a comentar esse autor. Uma coisa é certa, ninguém te obrigou nem a deixar emails nem a enviar comentários.

  20. estás em verdadeira crise de identidade de aspirinikson, andré filipe. faz uns scones. depois deixa arrefecer um pouco – mas só um pouco -, até ficarem morninos, e acompanha com chá de camomila. bom apetite. :-)

  21. Que fazia você, Val, se não tivesse comentadores? Fechava a lojeca? Não fechava. Assim como o «ilustre poeta». Espera receber comentários. Sem eles, de que serve um blog?! A sua ideia seria interessante de seguir, não fosse o «poeta» um palhaço a dar-se ares de importância e impertinência, em tudo o que escreve. E tem mais: muitas das vezes dá informações incorrectas – mas tem sempre razão, o coitado. Só que chateia, chateia tanto, que, no que me diz respeito, nao me contenho com tanta estupidez e vá de comentar. É mais forte do que eu. E assim vai continuar a ser. Agradeço o conselho, mas o «poeta do palimpsesto» vai ter de me aguentar – para desgosto da ave intrometida, com pelos nas pernas e barba de três dias. Uma chaga à qual não dou trela. Hoje abri uma excepção. Trata-se dum galfurro, caído por aqui em paraquédas, outro coitado que gosta de acarinhar, mudar a fralda e pôr a chucha ao nosso «astro do palimpsesto»! Isto, há gostos para tudo…

  22. hum.:-) scones, nada: para ti só mesmo farturas em óleo foleiro de cinco dias. e um blogue não existe para ser apenas comentado – nem sempre apreciar é comentar. aliás, antes em silêncio do que mal frequentado. :-)

  23. ANDRÉ FILIPE (agora assino com o meu nome), um blogue serve para aquilo que os seus autores quiserem. Muitos blogues nem sequer têm caixas de comentários, outros fazem uma selecção prévia do que recebem e só publicam o que lhes dá na telha.

    A liberdade de que usufruis no Aspirina B, podendo comentar qualquer texto e em tempo real, é algo que te está a ser oferecido, não corresponde a qualquer direito teu.

  24. ora nem mais, põe restrições aos comentários e ficas reduzido às béculas, bortos & safas do pálimpócesto. não era má ideia uniformizar o comentário, facilitava a gestão desta porra e glorificava os autores.

  25. Val, também é verdade, um blog serve, até, para não ter comentários. Mas não é o caso do aspirina. Comentar é uma maneira de comunicarmos e, mesmo, de «armar» discussão; umas vezes com graça, outras nem tanto. Depende do que nos é dado a ler em cada post. No caso do «poeta» da incrível, insuperável e, principalmente, poética palavra «palimpsesto», enfiada à força, coitada, num «poema», não é para todos! É preciso perícia na arte poética, convenhamos… Não, não tenho direitos. Mas tenho o direito de me manifestar com o meu nome próprio – caso não me cortem os comentários. Devo dizer que, até agora, de tal não me queixo. Acrescento ainda o seguinte: só quem não tem inteligência e não vê um palmo à frente do nariz é que não distingue um comentador de outro comentador. Cá voltarei!

  26. Eu aproveito a oferta generosa por parte deste blogue para manifestar a minha absoluta discordância para com o facto de se aproveitarem os email para divulgar o nome ou o sexo ou seja o que for de quem comenta. É que assim a oferta é um presente envenenado e o Aspirina, que defende aos berros a Democracia e a Liberdade de Expressão, não deveria pactuar em reacção corporativa com abusos de poder e indiscrições que desmotivam comentadores não só no Aspirina como no resto da Blogosfera.
    Posto isto, porque não gosto de ficar a dever nada a ninguém e a menos que no futuro se alterem estes pressupostos que me ultrajam, passo a declinar a oferta generosa.
    Assumo também que me chamo Jorge, para não precisarem de procurar no email.

  27. Ó Tubarão vê lá se percebes de uma vez: eu escrevi convencido que estava a responder a um indivíduo do sexo feminino mas como apareceu um fulano a dizer que ele não era mulher já pedi desculpa e expliquei que fui guiado pela minha intuição. É que há uns tempos apareceu uma conversa que parecia de uma fulana fazendo uam provocação miserável e apresentando um poema da Sophia como se fosse um comentário a um poema meu. A burra não sabia que eu tenho dois livros publicados na mesma colecção – Círculo de Poesia da Moraes Editores. Estou-me nas tintas para o nome de quem quer que seja – eu até deito logo para o lixo as mensagens, percebes? E trato-te por Tubarão porque julgo que te reconheço do Blog da Teresa, como vês guio-me pela intuição…

  28. upi,
    1. por um lado não concordo com aquilo que não entendeste,
    2. por outro lado não entendo aquilo com que não concordaste
    … porém:
    3. como por norma não duvido das tuas certezas,
    4. e na circunstância concordo com as tuas dúvidas
    … sobra-me apenas uma pergunta, de resposta vital:

    5. manhãzinha cedo, logo pela fresca, também tu renovas o palimpsesto?

    (perdoa, mas no ponto em que as coisas estão preciso memo de saber!
    mas compreendo a tua reserva na matéria, se existir, e aceitá-la-ei com o estoicismo dos grandes, que contigo aprendi)

    vamos, ora dize: renova-lo ou não?

    p.s.: sinha: não estou mouco, viste?
    sharky: be cool!

    Deus: bota um olho aqui, carago!

  29. Para pôr um ponto final nesta questão. Repito: José do Carmo Francisco fez, exactamente, aquilo que denunciei. Servindo-me eu de um pseudónimo, veio responder ao meu comentário chamando-me André Filipe – o meu nome constante do meu email. Por mais que tente esquivar-se a responsabilidades, esta é a verdade. A intenção, que considero maldosa e punitiva, terá o objectivo de desmotivar aqueles que comentam negativamente os seus posts.

    As palavras do shark vêm reforçar aquilo que disse. Não se compreende que, neste blog, se apregoe uma coisa e se faça outra. Com a agravante de José do Carmo Francisco poder voltar, impunemente, a denunciar nomes, ou o sexo de quem comenta.

    Bom, acrescento que, eventualmente, nos assiste o dever de agradecer a bondade dos senhores do Aspirina em nos facultarem o acesso a este blog. Penso não estar enganado.

  30. A cerimónia de entrega do Prémio Literário Cidade de Almada 2007 realiza-se no dia 18 de Outubro pelas 21h, no Fórum Municipal Romeu Correia.

    Esta efeméride, distingue anualmente os melhores trabalhos realizados em determinada categoria literária, sendo o vencedor premiado com a publicação da sua obra e com um prémio monetário.

    Este ano, o Júri do Prémio Literário Cidade de Almada é constituído pela Drª Paula Cristina Lopes da Costa designada pela Câmara Municipal de Almada; Dr. José do Carmo Francisco, designado pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; Dr. Luis Manuel da Silva Rosa, nomeado pela Associação Portuguesa de Escritores.

    A apresentação das obras ficará a cargo do Dr. José do Carmo Francisco, sendo o evento encerrado com um espectáculo de dança da companhia Corpus NOITE BRANCA.

    O Prémio Literário Cidade de Almada tem uma periodicidade anual e distingue, alternadamente, um dos dois géneros literários: Romance ou Poesia. A edição de 2007 contempla poesia.

  31. intenções e erros e descuidos à parte, André Filipe, quem és tu para reclamares para ti o que não dás aos outros? exiges respeito quando tudo o que cá vens fazer é desrespeitar tanto o autor como comentadores (onde me incluo, acaso conheces-me de algum lado?)?

    vai aprender a ser assertivo e tenta ver-te, ao espelho, como gente e talvez depois possas ter voz.

    (e é bom que assumas a tua identidade: não é só descarregares a tua bílis mascarado – já que é só para o que cá vens)

    assim está melhor, Ruizinho, não te tenho como desburilado. :-)

  32. Não sou o anonimo. Mas, garanto, tivesse eu um texto destes na mão, era uma vez um tipo a ser desmascarado pela sua vaidade. Com que então, DR. JOSÉ DO CARMO FRANCISCO! Por esta, não esperava eu! Ou talvez esperasse, que a vaidade é cega. Já agora DR., onde tirou o curso?

  33. Tenho acompanhado os comentários aqui feitos, sem me pronunciar. No entanto, fui eu quem escreveu a nota “À ATENÇÃO DO SENHOR VALUPI”. Não respondi na altura, porque alguém, por razões idênticas ao meu protesto, se antecipou: o André Filipe. A minha intenção é apenas uma: a de chamar mentiroso a José do Carmo Francisco. De um modo simples. Fiz um comentário ao seu post “Canção para um Império em S. Carlos” e assinei “A Bem do Português”. O resultado foi chamar-me “maluca” e outras delicadezas – no feminino.

    Quando José do Carmo Francisco diz “… escrevi convencido que estava a responder a um indivíduo do sexo feminino”, e mais adiante “… fui guiado pela minha intuição”, mente. Mente, porque no meu email leu «mlaura». Maria Laura, pois. E tratou-me por «ela»! Aqui deixo a minha explicação. O meu apelido também consta do meu email. Que o senhor Valupi tenha isto em consideração.

  34. rvn, não renovo. Espero que não partilhes com estranhos esta informação que aqui deixo.
    __

    A BEM DO PORTUGUÊS, já que estás ligado/a à Internet (presumo) aproveita e aprende alguma coisa a respeito do que é um IP. Vou dar-te uma pista: sempre que comentas com um pseudónimo e um email diferente estás a deixar o mesmo IP.

  35. upi,
    seria incapaz, crê que será cremada comigo essa tua informação. Mas sempre te digo que já suspeitava, o teu andar denunciou-te (e aquele tique com o isqueiro também não ajudou nada)…
    Enfim, problemas.

  36. Valupi/Val, olhe que nem sempre o IP é o mesmo – e você sabe isso perfeitamente. Depende de várias circunstâncias – e você sabe, igualmente, quais são. O que me parece é que desde o início fugiu à questão dos emails e do sexo dos comentadores serem denunciados, publicamente, pelo José do Carmo Francisco. Essa é a verdadeira questão e não a do IP! Não baralhe cartas viciadas. Fico com a impressão de que a caça às bruxas não morreu de todo. O que importa mesmo é o comentário feito e não quem o faz. Ou essa do IP também é para assustar? Já pensou que mais de uma pessoa pode usar o mesmo computador? Se não pensou nessa hipótese, talvez seja melhor começar a pensar…

  37. o gajo referia-se aos comentários que o poeta da treta faz travestido de fodilhão & congeneres e vai-se divertindo com o boxing bag do carmo, fingindo que o apoia até que ele desampare a loja, a coreografia foi recuperada do clássico aquele-menino-bateu-me.

  38. A BEM DO PORTUGUÊS, sei disso muito bem. Tu é que precisas de começar a pensar no seguinte: quando fazes diferentes comentários com diferentes emails associados, uns masculinos, outros femininos, pode acontecer que estejas apenas a expressar o teu hermafroditismo, ou androginia, mas aqui deste lado da barricada estás a ser topado como alguém que se está a divertir. É uma brincadeira que existe desde que existe Internet, esta do jogo das identidades num espaço de interacção. Milhões e milhões de pessoas já a fizeram, milhões e milhões estão a fazê-la e milhões e milhões nela irão divertir-se. A razão pela qual vim falar contigo, quando me chamaste, foi mais para esclarecer eventuais leitores dos teus números do que para te censurar a prática. Por mim, deves fazer o que te der na gana, mas lembra-te de que aos outros assiste o mesmíssimo direito.

    Claro, a possibilidade de mais de uma pessoa estar a usar o computador que utilizas para comentar o mesmo blogue, o mesmo autor, o mesmo post, dizendo as mesmas coisas da mesma forma, como tem acontecido a partir do computador que utilizas, é real. Pelo que talvez nos passas falar dessa equipa a que pertences, contando histórias engraçadas que já tenham acontecido convosco noutros blogues, etc.

    Dito isto, não pretendo gastar mais tempo com a tua brincadeira.

  39. Noutros blogs não há o Dr. José do Carmo Francisco. E que histórias mais engraçadas do que aquelas que ele próprio conta poderia o Val encontrar? Agora, sobre o principal motivo desta conversa toda, em que ficamos? E chama-lhe brincadeira?!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.