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	<title>Comentários em: Pequeno romance de António e Luísa</title>
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	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 11:36:57 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23549</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 12:08:12 +0000</pubDate>
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		<description>TT, essa métrica está uma desgraça
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		<content:encoded><![CDATA[<p>TT, essa métrica está uma desgraça</p>
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		<title>Por: CHICO ESTACA</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23548</link>
		<dc:creator>CHICO ESTACA</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 10:36:36 +0000</pubDate>
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		<description>TUDO VALE A PENA SE A MÉTRICA NÃO FOR PEQUENA


Peixe assado sabe bem
Grelhado melhor saberia
Quer nas brasas de Belém
Ou forjas da Maçonaria

Na cozinha os tiranetes
Planejam o prato do dia
Uns preferem salmonetes
Outros intriga ou enguia

Depois das pancinhas cheias
Com sobremesas mui ricas
Combinam futuras ceias
Ou ritos em chafaricas

Onde se discutem estratégias
Com manos de Londres e Paris
E o peixe das ementárias
É doutra malha e cariz

Já dizia o Fernão Pena
Da alma com muitos senãos
Comam petinga pequena
Que as trutas são prós irmãos

Finis

Que Deus, ou o Mota, nos ajude.

José, pau acho que terás, já de tomates é que não digo nada.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>TUDO VALE A PENA SE A MÉTRICA NÃO FOR PEQUENA</p>
<p>Peixe assado sabe bem<br />
Grelhado melhor saberia<br />
Quer nas brasas de Belém<br />
Ou forjas da Maçonaria</p>
<p>Na cozinha os tiranetes<br />
Planejam o prato do dia<br />
Uns preferem salmonetes<br />
Outros intriga ou enguia</p>
<p>Depois das pancinhas cheias<br />
Com sobremesas mui ricas<br />
Combinam futuras ceias<br />
Ou ritos em chafaricas</p>
<p>Onde se discutem estratégias<br />
Com manos de Londres e Paris<br />
E o peixe das ementárias<br />
É doutra malha e cariz</p>
<p>Já dizia o Fernão Pena<br />
Da alma com muitos senãos<br />
Comam petinga pequena<br />
Que as trutas são prós irmãos</p>
<p>Finis</p>
<p>Que Deus, ou o Mota, nos ajude.</p>
<p>José, pau acho que terás, já de tomates é que não digo nada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23547</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 18:52:31 +0000</pubDate>
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		<description>Não é vergonha reconhecer que, tal como em algumas traduções melhores que o original, o poema fica melhor nesta versão. Não se discute, agradece-se.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não é vergonha reconhecer que, tal como em algumas traduções melhores que o original, o poema fica melhor nesta versão. Não se discute, agradece-se.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: fv</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23546</link>
		<dc:creator>fv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 17:30:29 +0000</pubDate>
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		<description>Zé, não fujas à seringa.

Que o texto do Cândido é uma «sugestão de leitura» já se tinha percebido.

Mas é muito mais do que isso. É a correcção (mais exactamente, uma correcção) dum texto anterior. Teu.

E para que seja claro: quem faz poesia do tipo da que tu fazes aceita as regras dela. É o meu ponto de vista, é o ponto de vista do Daniel - já vês, duas pessoas que te querem bem, e que não te querem ver passar vergonhas.

É sobre isso que gostaria de ouvir-te. E não só sobre a civilidade do comentador Cândido.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zé, não fujas à seringa.</p>
<p>Que o texto do Cândido é uma «sugestão de leitura» já se tinha percebido.</p>
<p>Mas é muito mais do que isso. É a correcção (mais exactamente, uma correcção) dum texto anterior. Teu.</p>
<p>E para que seja claro: quem faz poesia do tipo da que tu fazes aceita as regras dela. É o meu ponto de vista, é o ponto de vista do Daniel - já vês, duas pessoas que te querem bem, e que não te querem ver passar vergonhas.</p>
<p>É sobre isso que gostaria de ouvir-te. E não só sobre a civilidade do comentador Cândido.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23545</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 17:17:26 +0000</pubDate>
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		<description>Não foi abuso, foi apenas uma sugestão de leitura, perfeitamente aceite enquanto tal. E de forma civilizada. Assim, sim.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não foi abuso, foi apenas uma sugestão de leitura, perfeitamente aceite enquanto tal. E de forma civilizada. Assim, sim.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Associação Portuguesa (continental) de Métrica</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23544</link>
		<dc:creator>Associação Portuguesa (continental) de Métrica</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 16:17:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23544</guid>
		<description>Cândido! Cândido! Cândido!.. Cândido!

Agora, sim! A poesia digna da métrica.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cândido! Cândido! Cândido!.. Cândido!</p>
<p>Agora, sim! A poesia digna da métrica.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: fv</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23543</link>
		<dc:creator>fv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 16:00:57 +0000</pubDate>
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		<description>Cândido Mota,

Espectacular!

E que dirá o nosso Zé do Carmo da façanha? Aprenderá ele um dia a métrica que há-de tornar estes seus poemas a maravilha que merecem ser?

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cândido Mota,</p>
<p>Espectacular!</p>
<p>E que dirá o nosso Zé do Carmo da façanha? Aprenderá ele um dia a métrica que há-de tornar estes seus poemas a maravilha que merecem ser?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: poetas há muitos...</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23542</link>
		<dc:creator>poetas há muitos...</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 15:03:06 +0000</pubDate>
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		<description>nem pra versos de s.joão... enfim, e o homem a dar-lhe!..
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nem pra versos de s.joão&#8230; enfim, e o homem a dar-lhe!..</p>
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	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23541</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 14:40:31 +0000</pubDate>
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		<description>candido mota, suponho que tenha percebido que a primeira «susana» não é a que tem uma participação no aspirina.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>candido mota, suponho que tenha percebido que a primeira «susana» não é a que tem uma participação no aspirina.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Candido Mota</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23540</link>
		<dc:creator>Candido Mota</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 14:29:58 +0000</pubDate>
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		<description>Talvez assim, ou não?
(com as minhas desculpas ao autor do poema)

Dia bom em Portimão
Noite boa em Alcoutim
A força de uma paixão
Que parece não ter fim.

Bodas de prata, cruzeiro
Entre mar e Guadiana
O amor fica em primeiro
Sete dias por semana.

Mas o que António precisa
Para sorrir de alegria
Mora na voz de Luísa
Onde a paixão principia.

Quando foram à procura
Da sementeira da esperança
A vida foi bem mais dura
Lá pelas terras de França.

O tempo que passa e corre
Todos os dias da vida
Só nos filhos nunca morre
Esta paixão perseguida.

A filha que continua
No ofício e profissão
A vida que sendo sua
É fruto desta paixão.

No filho que joga e estuda
Quatro linhas de um relvado
Que todos os dias muda
A expressão do resultado.

Com António e com Luísa
De mãos dadas passo a passo
Tem por paixão a divisa
Quer no tempo ou no seu espaço.

Acredite, Daniel, que não o copiei!

Mal, claudia, mal!

Não foi bonito, susana!

Que todos me desculpem pelo abuso.
Saudações.


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez assim, ou não?<br />
(com as minhas desculpas ao autor do poema)</p>
<p>Dia bom em Portimão<br />
Noite boa em Alcoutim<br />
A força de uma paixão<br />
Que parece não ter fim.</p>
<p>Bodas de prata, cruzeiro<br />
Entre mar e Guadiana<br />
O amor fica em primeiro<br />
Sete dias por semana.</p>
<p>Mas o que António precisa<br />
Para sorrir de alegria<br />
Mora na voz de Luísa<br />
Onde a paixão principia.</p>
<p>Quando foram à procura<br />
Da sementeira da esperança<br />
A vida foi bem mais dura<br />
Lá pelas terras de França.</p>
<p>O tempo que passa e corre<br />
Todos os dias da vida<br />
Só nos filhos nunca morre<br />
Esta paixão perseguida.</p>
<p>A filha que continua<br />
No ofício e profissão<br />
A vida que sendo sua<br />
É fruto desta paixão.</p>
<p>No filho que joga e estuda<br />
Quatro linhas de um relvado<br />
Que todos os dias muda<br />
A expressão do resultado.</p>
<p>Com António e com Luísa<br />
De mãos dadas passo a passo<br />
Tem por paixão a divisa<br />
Quer no tempo ou no seu espaço.</p>
<p>Acredite, Daniel, que não o copiei!</p>
<p>Mal, claudia, mal!</p>
<p>Não foi bonito, susana!</p>
<p>Que todos me desculpem pelo abuso.<br />
Saudações.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23539</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 12:39:01 +0000</pubDate>
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		<description>mas porque assinou ele «susana»? têm cada ideia.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mas porque assinou ele «susana»? têm cada ideia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fv</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23538</link>
		<dc:creator>fv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 09:20:51 +0000</pubDate>
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		<description>Ai, «Susana». Ficava-te bem citar o autor (o Sadino, está visto), e esmerares-te mais no grafismo do soneto.

De resto, o Sadino sabia como medir o verso. Para ele, quando se joga, joga-se por regras.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ai, «Susana». Ficava-te bem citar o autor (o Sadino, está visto), e esmerares-te mais no grafismo do soneto.</p>
<p>De resto, o Sadino sabia como medir o verso. Para ele, quando se joga, joga-se por regras.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23537</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 08:53:13 +0000</pubDate>
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		<description>Claro, claro: métrica à sintaxe, saiu-me a frase ao contrário.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro, claro: métrica à sintaxe, saiu-me a frase ao contrário.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23536</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 06:20:18 +0000</pubDate>
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		<description>Versos que curam as hemorróidas da cabeça do Venâncio

"Porri-potente herói, que uma cadeira
Susténs na ponta do caralho teso,
Pondo-lhe em riba mais por contrapeso
A capa de baetão da alcoviteira;

Teu casso é como o ramo da palmeira,
Que mais se eleva, quando tem mais peso;
Se não o conservas açaimado e preso,
É capaz de foder Lisboa inteira!

Que forças tens no hórrido marsapo,
Que assentando a disforme cachamorra
Deixa conos e cus feitos num trapo!
Quem ao ver-te o tesão há não discorra
Que tu não podes ser senão Príapo,
Ou que tens um guindaste em vez de porra?"

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Versos que curam as hemorróidas da cabeça do Venâncio</p>
<p>&#8220;Porri-potente herói, que uma cadeira<br />
Susténs na ponta do caralho teso,<br />
Pondo-lhe em riba mais por contrapeso<br />
A capa de baetão da alcoviteira;</p>
<p>Teu casso é como o ramo da palmeira,<br />
Que mais se eleva, quando tem mais peso;<br />
Se não o conservas açaimado e preso,<br />
É capaz de foder Lisboa inteira!</p>
<p>Que forças tens no hórrido marsapo,<br />
Que assentando a disforme cachamorra<br />
Deixa conos e cus feitos num trapo!<br />
Quem ao ver-te o tesão há não discorra<br />
Que tu não podes ser senão Príapo,<br />
Ou que tens um guindaste em vez de porra?&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23535</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 00:06:10 +0000</pubDate>
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		<description>puá

só se aproveita isto

No filho que joga e estuda
Quatro linhas dum relvado
E todos os dias se muda
A expressão do resultado


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>puá</p>
<p>só se aproveita isto</p>
<p>No filho que joga e estuda<br />
Quatro linhas dum relvado<br />
E todos os dias se muda<br />
A expressão do resultado</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23534</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 22:51:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23534</guid>
		<description>E era tão fácil pôr o ritmo métrico de acordo com o ritmo fonético!
Nos casos que o requeriam, por exemplo assim:
O Amor fica em primeiro
Lá pelas terras de França
Nos dias todos da vida
Mas nos filhos nunca morre
Na filha que continua
É fruto desta paixão
Todos os dias se muda
Esta paixão é divisa

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E era tão fácil pôr o ritmo métrico de acordo com o ritmo fonético!<br />
Nos casos que o requeriam, por exemplo assim:<br />
O Amor fica em primeiro<br />
Lá pelas terras de França<br />
Nos dias todos da vida<br />
Mas nos filhos nunca morre<br />
Na filha que continua<br />
É fruto desta paixão<br />
Todos os dias se muda<br />
Esta paixão é divisa</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fv</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23533</link>
		<dc:creator>fv</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 21:36:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23533</guid>
		<description>JP,

Eu julgava que era a sujeição da métrica à sintaxe.

O Zé do Carmo despreza a métrica (nada a fazer, o Daniel e eu não conseguimos convencê-lo), e dá largas à sintaxe.

A melopeia é gira. Mas a poesia é também manufactura. Não para o Zé, claro.



</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JP,</p>
<p>Eu julgava que era a sujeição da métrica à sintaxe.</p>
<p>O Zé do Carmo despreza a métrica (nada a fazer, o Daniel e eu não conseguimos convencê-lo), e dá largas à sintaxe.</p>
<p>A melopeia é gira. Mas a poesia é também manufactura. Não para o Zé, claro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23532</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 17:40:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23532</guid>
		<description>Apesar de isto ser digno de uma cançoneta do Dino Meira, confesso (rendido) que há algo nesta melopeia que me agrada particularmente. Não sei bem o que é, talvez a total sujeição da sintaxe à métrica. É. Deve ser isso. Esse texto é muito engraçado. Apetece musicá-lo com um cavaquinho, assim à la Stephin Merritt.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de isto ser digno de uma cançoneta do Dino Meira, confesso (rendido) que há algo nesta melopeia que me agrada particularmente. Não sei bem o que é, talvez a total sujeição da sintaxe à métrica. É. Deve ser isso. Esse texto é muito engraçado. Apetece musicá-lo com um cavaquinho, assim à la Stephin Merritt.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Associação de Moradores da Pontinha de Baixo</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23531</link>
		<dc:creator>Associação de Moradores da Pontinha de Baixo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 15:49:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23531</guid>
		<description>A POESIA ESTÁ DE LUTO!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A POESIA ESTÁ DE LUTO!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Associação Portuguesa (continental) de Métrica</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23530</link>
		<dc:creator>Associação Portuguesa (continental) de Métrica</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 15:39:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/pequeno-romance-de-antonio-e-luisa/#comment-23530</guid>
		<description>Vai dar banho ó cão!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vai dar banho ó cão!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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