<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: As três meninas</title>
	<atom:link href="http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Mar 2010 01:24:43 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Manuel Pacheco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61853</link>
		<dc:creator>Manuel Pacheco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:42:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61853</guid>
		<description>Sinhã
São histórias veridicas. Era um padre boémio, morreu em 1950.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sinhã<br />
São histórias veridicas. Era um padre boémio, morreu em 1950.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sinhã</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61850</link>
		<dc:creator>Sinhã</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:19:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61850</guid>
		<description>ai que riso, manelinho.:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ai que riso, manelinho.:-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel Pacheco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61847</link>
		<dc:creator>Manuel Pacheco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:05:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61847</guid>
		<description>&quot;Histórias do Padre Castro&quot;

O Padre Castro media
Uns três metros e noventa
De barriga e já não via,
Há anos, a ferramenta.

Um dia estava a “mijar”
E um rapazito atrevido,
Pôs-se do lado a espreitar
Aquele monstro esculpido.

Mas ele olho perspicaz
Foi perguntar ao rapaz:
- Tu viste-me o “realejo”?!

- Vi. - Pega então dez “paus”, pá
E diz-me como ele está
Que há muito que não o vejo 

De. Rodela</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Histórias do Padre Castro&#8221;</p>
<p>O Padre Castro media<br />
Uns três metros e noventa<br />
De barriga e já não via,<br />
Há anos, a ferramenta.</p>
<p>Um dia estava a “mijar”<br />
E um rapazito atrevido,<br />
Pôs-se do lado a espreitar<br />
Aquele monstro esculpido.</p>
<p>Mas ele olho perspicaz<br />
Foi perguntar ao rapaz:<br />
- Tu viste-me o “realejo”?!</p>
<p>- Vi. &#8211; Pega então dez “paus”, pá<br />
E diz-me como ele está<br />
Que há muito que não o vejo </p>
<p>De. Rodela</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sinhã</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61836</link>
		<dc:creator>Sinhã</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 15:02:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61836</guid>
		<description>val? queres fazer um estudo tipo prefácio como diz o zézinho? :-D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>val? queres fazer um estudo tipo prefácio como diz o zézinho? :-D</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61798</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 22:51:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61798</guid>
		<description>Então já está... a não ser qeu queiras pedir ao Valupi um estudo tipo prefácio...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então já está&#8230; a não ser qeu queiras pedir ao Valupi um estudo tipo prefácio&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sinhã</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61788</link>
		<dc:creator>Sinhã</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 21:32:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61788</guid>
		<description>tu és o zézinho.:-) falava em publicares aí no aspirina. era giro.:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>tu és o zézinho.:-) falava em publicares aí no aspirina. era giro.:-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61786</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 21:23:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61786</guid>
		<description>Eu não sou editor, a não ser que zezinho seja outro...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sou editor, a não ser que zezinho seja outro&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sinhã</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61780</link>
		<dc:creator>Sinhã</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 21:05:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61780</guid>
		<description>apreciadinhõ.:-)

(giro, giro, era o zézinho publicar esta prenda).:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>apreciadinhõ.:-)</p>
<p>(giro, giro, era o zézinho publicar esta prenda).:-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lenor</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61779</link>
		<dc:creator>lenor</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 21:01:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61779</guid>
		<description>Espero que apreciem como eu apreciei. É uma preciosidade verdadeira. Um gesto de abdicação humana que alguém confessa. Ousado e sincero. Que nos faz passar por uma gama de sensações desde a surpresa à compreensão, desde o dramático ao cómico.
Encontrei por aí, na net. É uma prenda para o Aspirina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Espero que apreciem como eu apreciei. É uma preciosidade verdadeira. Um gesto de abdicação humana que alguém confessa. Ousado e sincero. Que nos faz passar por uma gama de sensações desde a surpresa à compreensão, desde o dramático ao cómico.<br />
Encontrei por aí, na net. É uma prenda para o Aspirina.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sinhã</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61777</link>
		<dc:creator>Sinhã</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 20:33:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61777</guid>
		<description>podes tu, lenor.:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>podes tu, lenor.:-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lenor</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61772</link>
		<dc:creator>lenor</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:58:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61772</guid>
		<description>Isalino Nguimba da Cruz Augusto         - Angola

Não posso Eva


O olhar da Eva é um rio transbordante
que carrega vida nas curvilíneas ruas 
do seu desenho corporal

Não é normal que ela me demova 
do meu estado estático e desinteressado 
da poesia ética e estética do meu coração

Há no olhar da Eva uma mística
que me alcança e me enlaça 
nas imagens do ecrán do meu ser
e me conduz no paraíso do fruto proibido

Passeio enfeitiçado na calçada dos seus lábios
esquecendo-me do ditado dos sábios

No entanto recobro a razão
e vejo o olhar desesperado do meu coração
que constata a moralidade 
da armadura doirada dos meus dedos
oh não!
não posso Eva</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isalino Nguimba da Cruz Augusto         &#8211; Angola</p>
<p>Não posso Eva</p>
<p>O olhar da Eva é um rio transbordante<br />
que carrega vida nas curvilíneas ruas<br />
do seu desenho corporal</p>
<p>Não é normal que ela me demova<br />
do meu estado estático e desinteressado<br />
da poesia ética e estética do meu coração</p>
<p>Há no olhar da Eva uma mística<br />
que me alcança e me enlaça<br />
nas imagens do ecrán do meu ser<br />
e me conduz no paraíso do fruto proibido</p>
<p>Passeio enfeitiçado na calçada dos seus lábios<br />
esquecendo-me do ditado dos sábios</p>
<p>No entanto recobro a razão<br />
e vejo o olhar desesperado do meu coração<br />
que constata a moralidade<br />
da armadura doirada dos meus dedos<br />
oh não!<br />
não posso Eva</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sinhã</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61771</link>
		<dc:creator>Sinhã</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:55:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61771</guid>
		<description>:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>:-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61749</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:44:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61749</guid>
		<description>ESta é mais Vila Velha de Ródão, Sinhá mas o que conta é a Geografia que é mais importante do que a História. Um abraço caloroso</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ESta é mais Vila Velha de Ródão, Sinhá mas o que conta é a Geografia que é mais importante do que a História. Um abraço caloroso</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sinhã</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61716</link>
		<dc:creator>Sinhã</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 23:08:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61716</guid>
		<description>tão giro, zézinho.:-)

(e eu, hoje, falei ,lá na minha casa, de uvas e do douro).:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>tão giro, zézinho.:-)</p>
<p>(e eu, hoje, falei ,lá na minha casa, de uvas e do douro).:-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Livra!</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61709</link>
		<dc:creator>Livra!</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:13:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61709</guid>
		<description>Só uma perguntinha ao poeta: como é «que os dias são iguais embora diferentes»? Depois, a salgalhada do costume. Nem parece que publica versos desde 1972! Ou parece?
Faça lá a sua criticazinha aos livros e fique-se por aí. Largue a poesia. Ultimamente só escreve poesia (???) falhada. Ainda se aproveita um verso aqui, outro acolá. O resto, apenas um amontoado de palavras. Dá a impressão que se julga um grande poeta e que tudo o que escreve é bom! Já reparou no ritmo? Na falta de harmonia? No pé quebrado dos versos? Na desarticulação total do poema? Isso não é poesia. Não passa de uma pretensão, de uma teima, de um «quero, posso e mando». Largue este género de poesia, repito. Só nos maça. Principalmente, a quem aprecia poesia a sério, como eu. É um conselho de amigo e não me chame invejoso. Se chamar, só mostra falta de argumentação, meu caro José Francisco

Manuel Pacheco: andou lá perto, mas falhou o «golpe de asa». Ou teria sido o Rodela?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só uma perguntinha ao poeta: como é «que os dias são iguais embora diferentes»? Depois, a salgalhada do costume. Nem parece que publica versos desde 1972! Ou parece?<br />
Faça lá a sua criticazinha aos livros e fique-se por aí. Largue a poesia. Ultimamente só escreve poesia (???) falhada. Ainda se aproveita um verso aqui, outro acolá. O resto, apenas um amontoado de palavras. Dá a impressão que se julga um grande poeta e que tudo o que escreve é bom! Já reparou no ritmo? Na falta de harmonia? No pé quebrado dos versos? Na desarticulação total do poema? Isso não é poesia. Não passa de uma pretensão, de uma teima, de um «quero, posso e mando». Largue este género de poesia, repito. Só nos maça. Principalmente, a quem aprecia poesia a sério, como eu. É um conselho de amigo e não me chame invejoso. Se chamar, só mostra falta de argumentação, meu caro José Francisco</p>
<p>Manuel Pacheco: andou lá perto, mas falhou o «golpe de asa». Ou teria sido o Rodela?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel Pacheco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/as-tres-meninas/#comment-61705</link>
		<dc:creator>Manuel Pacheco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 20:06:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=13710#comment-61705</guid>
		<description>Um verdadeiro tasquinho:

Era do Américo Caixa
O pirosteco tasquino,
Onde o sonho se emborracha
Quando a saudade é de vinho.

No mosqueiro do balcão
Não faltava lá pitada,
Desde frango a salpicão
Iscas e sardinha assada.

Mas se esbordava o tasquinho
E ele estava lá sozinho,
Enchia de pulmões.

“Fiu, fiu” ó São, São, ó São	
Põe-me aqui o teu irmão
Nem que seja p’los …

De: Rodela</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um verdadeiro tasquinho:</p>
<p>Era do Américo Caixa<br />
O pirosteco tasquino,<br />
Onde o sonho se emborracha<br />
Quando a saudade é de vinho.</p>
<p>No mosqueiro do balcão<br />
Não faltava lá pitada,<br />
Desde frango a salpicão<br />
Iscas e sardinha assada.</p>
<p>Mas se esbordava o tasquinho<br />
E ele estava lá sozinho,<br />
Enchia de pulmões.</p>
<p>“Fiu, fiu” ó São, São, ó São<br />
Põe-me aqui o teu irmão<br />
Nem que seja p’los …</p>
<p>De: Rodela</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
