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	<title>Comentários em: A factura</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 00:43:20 +0000</pubDate>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/a-factura/#comment-25332</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 01:45:52 +0000</pubDate>
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		<description>de nada. qualificada, não. não tenho qualquer qualificação. se porventura tiver acertado, será por acaso, pela musicalidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>de nada. qualificada, não. não tenho qualquer qualificação. se porventura tiver acertado, será por acaso, pela musicalidade.</p>
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		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/a-factura/#comment-25315</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 21:54:10 +0000</pubDate>
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		<description>Quando tudo parecia perdido, dito de outra maneira, havia um silêncio ensurdecedor à volta do poema apareceu a Susana a ler de modo qualificado o mesmo poema. Só por esse encontro valeu a pena tê-lo escrito. Um leitor basta; se for qualificado - melhor ainda. Obrigado, Susana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tudo parecia perdido, dito de outra maneira, havia um silêncio ensurdecedor à volta do poema apareceu a Susana a ler de modo qualificado o mesmo poema. Só por esse encontro valeu a pena tê-lo escrito. Um leitor basta; se for qualificado - melhor ainda. Obrigado, Susana.</p>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/a-factura/#comment-25295</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 15:08:30 +0000</pubDate>
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		<description>andei aí uns tempos um pouco afastada do aspirina, e este seu poema escapou-me. é tocante, enternecedor.
esperando que não se amofine, vou fazer o mesmo exercício/sugestão que já outros fizeram antes de mim, pois penso que melhoraria o ritmo:

Vejo uma vespa ao olhar tua cintura
Da grande janela do café, pastelaria
Cansado de esperar, estou à procura
De ouvir de novo tua voz em harmonia 

Com os sons desta cidade debruçada
Sobre o Tejo tão povoado de navios
Com restos da neblina madrugada
Infiltrados nas palavras e nos fios 

Vejo uma vespa ao olhar tua cintura
Há uma leveza de ave nos teus passos
Que eu procuro desenhar nesta factura
Entre a luz dos olhos e teus braços

Testemunho do encontro nesta mesa
A factura permanece em minha mão
Escrevo nela este poema de surpresa
Para provar que a ternura tem razão</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>andei aí uns tempos um pouco afastada do aspirina, e este seu poema escapou-me. é tocante, enternecedor.<br />
esperando que não se amofine, vou fazer o mesmo exercício/sugestão que já outros fizeram antes de mim, pois penso que melhoraria o ritmo:</p>
<p>Vejo uma vespa ao olhar tua cintura<br />
Da grande janela do café, pastelaria<br />
Cansado de esperar, estou à procura<br />
De ouvir de novo tua voz em harmonia </p>
<p>Com os sons desta cidade debruçada<br />
Sobre o Tejo tão povoado de navios<br />
Com restos da neblina madrugada<br />
Infiltrados nas palavras e nos fios </p>
<p>Vejo uma vespa ao olhar tua cintura<br />
Há uma leveza de ave nos teus passos<br />
Que eu procuro desenhar nesta factura<br />
Entre a luz dos olhos e teus braços</p>
<p>Testemunho do encontro nesta mesa<br />
A factura permanece em minha mão<br />
Escrevo nela este poema de surpresa<br />
Para provar que a ternura tem razão</p>
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