5 thoughts on “História curta”

  1. Inesperado, mas sempre bem-vindo, regresso, Sister Josephine! Não precisa explicar-nos nada de nadinha, porque também não houve alterações nenhumas a regulamentos ou horários durante a sua ausência muito sentida. A missa das nossas marranitas tripeiras e alfacinhas só começa, como de costume, depois de almoço, e o dia de descanso é, como sempre foi, aos sábados. Uma coisa: não se esqueceu do utílissimo breviário do socialismo de balcão para vender às massas e do muito importante resumo das obras da diáspora recentemente re-editadas, pois não? Good, good

  2. Zé Mário,

    Tudo isto não tem a ver com o fim da Sexta. Claro que não tem. Mas, se por um acaso de acasos tivesse, era pedir muito que nos falasses do aperto em que parece achar-se a cultura no papel?

    E um abraço, bacano.

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