O alho congelado seria uma invenção perfeita caso os respectivos saquinhos fossem, de facto, herméticos e não empestassem os restantes géneros alimentícios do meu sempre refrescante congelador

Ando há uma semana doido com esta música: «Singing On Our Graves» dos The Cave Singers (a banda é nova, mas os músicos são malta com larga experiência: Pretty Girls Make Graves, Hint Hint, Cobra High). A música é um folkzinho irresistível (Leadbelly, Woody Guthrie, Dylan) que gravita em torno de um hipnótico arpeggio e de uma batida tipo marcha militar (ou seja: rock’n’roll). É tudo muito simples e, por isso mesmo, absolutamente genial e adictivo. O vídeo, que acabo de descobrir agora, é igualmente uma maravilha: um freak show com serpentes, baptismos e curas milagrosas. É caso para dizer que o clipe dos Familjen já tem seguidores no outro lado do Atlântico. Ah: o tema é igualmente a cena mais estupidamente dançável que ouvi em 2008. Ei: aquela ali, logo no início, não é a irmã do Tony Soprano?

28 comentários a “O alho congelado seria uma invenção perfeita caso os respectivos saquinhos fossem, de facto, herméticos e não empestassem os restantes géneros alimentícios do meu sempre refrescante congelador”

  1. Primo, só para dizer que diria exactamente o que disseste desta pérola, tirando aquilo que nunca poderia dizer nem que ficasse para aqui a repetir o que já está dito.

  2. LOL. Esta susana… Portanto, não fica nada. Nada sai da tua boquinha.
    rvn, hesitei entre refracção e relutância, mas não é relutância porque, malgré lui, ele tem que nomear as coisas e acaba por nomeá-las. Ele nomeia-as de forma desviada, com quem grita revolta ao facto estúpido de ter de sintetizar numa palavra ou duas ou três todo um fenómeno. Ele hesita entre o nada (não ponho título) e o tudo (apanho uma merda qualquer e fica como título). ( esta psicanálise de borla está a dar cabo de mim)

  3. vcs também vêem estas coisas aos bochechos como eu, ou vêem tudo seguidinho? É tão chato nunca consigo aterrar na música. E este portátil é novo, tem para aí 6 meses que o outro flipou da última vez que falei aqui da fatal blue stone.

    Como se faz apara ouvir um vídeo destes seguidinho?

  4. pois o meu antigo era um toshiba muita bom, mas já tinha 4 anos e pifou. Este aqui é médio mas como era recente e vinha com o Vista e não sei que mais, pensava que os youtube iam correr direitinhos, afinal andam aos bochechos. Agora vou xonar, ou melhor vou até Tanger com o Infante e um truffé noir.

  5. Z: clica em play e em pause logo de seguida. Vais ver que a barra vai mudando de cor – é o buffering do ficheiro. Quando ele chegar ao fim (ou quase ao fim), já podes carregar em PLAY e ouvirás tudo de seguida.

  6. pois não, claudia, só do meu teclado, via html. é que a primeira oração é uma expressão, não tem sentido literal, significa que cito. a última é, por conseguinte, uma inutilidade decorativa.

    z, ou então deixa correr uma vez aos bochechos, depois faz replay e já sai tudo seguido.

  7. ah, agora funceminou. Boa batidinha com fundo celta. Mas quase que dá para ir lavar os dentes enquanto carrega, ora este portátil chama-se entertainment depois do pavilion, era suposto despachar estas coisas na hora, pensava eu. Ainda lhe meto um acelerdor não sei onde que isto tem muitas entradas. Cláudia, o outro pifou mas trabalhou muito e bem, já andava um pouco tremeliques e depois eu falei aqui da curse do Braganza e deu-lhe um flop, ficou com o ecrã aos risquinhos e morreu num dia. Agora está para ali porque pode ser que ressuscite.

  8. z, claudia,
    Tenho um Toshiba quase de luxo, up grades, casa de banho e porta para a escada, essas coisas. É a maior merdinha de computador que eu já vi.

  9. Pois, acho que não vou olhar para trás e vou comprar um Toshiba, mas pelo que vejo também morrem como as pessoas… Eu queria uma máquina genial, à prova de balas, sofisticada e minha amiga. É pedir muito?
    Não entendi como é o Toshiba do rvn… Porta para a escada? Mas se é a melhor medinha de computador que há, também quero um!

  10. claudia,
    casa de banho e porta para a escada eram os luxos anunciados nos antigos ‘quartos independentes’, associação que fiz com o meu computador que de quarto tem muito (é espaçoso, funcional, bem mobilado e bonito, até) mas de independente não tem nada (bateria para 40 minutos, bloqueios constantes, manias de fábrica, e uma data de etcs que a minha ignorância não consegue descrever sem passar vergonhas, mas que são bué).

    sim?

  11. vocês também têm grupo de discussão para compra de outros electrodomésticos? é que eu estou a pensar comprar uma máquina de lavar louça, uma torradeira, uma batedeira e um homem.

  12. cláudia, fazes assim: compras um que gostes muuuuuuuuito, depois de passar os dedos também, e que tenha 3 anos de garantia e que o nome te diga alguma coisa. E que venha equipado com estas coisas todas que isto fez-se tudo on quase automaticamente que é uma maravilha. Mas o JP é que é barra nestas coisas, devo confessar-te, eu safo-me a farejar

  13. rvn, e essa coisa que vai abaixo dessa maneira é um Toshiba? … … …

    z, bons conselhos. Por ora, segui os conselhos do João Pedro e andei a ver pela Worten, mas só tinham macbook e não ibook. Têm tão boa apresentação como os da Sony. Só hesito por causa do software.
    A verdade seja dita. Eu só quero o portátil para escrever, mas se conseguir associar a isso boa qualidade, boa apresentação e boa maneabilidade, tanto melhor. Não gosto de papel e caneta. Arrumei os calhaus obsoletos que são as máquinas de escrever num sótão que não posso olhar para aqueles pesos mortos. Só me resta algo para redimir a minha alma: um portátil. Uf!

    susana, ando à volta dos electrodomésticos, sim. Tenho que me entreter com algo. Só não gasto dinheiro numa tv. Todos me acham uma anormal chapada por isso.

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