Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.



Sou agora o mais Perfeito e Acabado Corno. Traída não uma, não duas, não dez, não vinte, mas uma carrada de vezes. Sinto raiva, confesso.

Não delas…
Quero lá saber de que cor tinham a pele, de que comprimento os cabelos ou de que massas feitas as tetas. Quero lá saber o que gritavam e onde punham a boca. Quero lá saber o que pensavam, os problemas que têm e as doenças que vão ter.
Mas dele… desse pedaço de bronco… Tenho raiva, tenho. Dedico-lhe um insulto a cada parágrafo de pensamento, e desejo-lhe mortes, dores e que sinta por si mesmo o nojo que eu sinto por ele.

Suponho que o homem que agora sei que ele é, me roubou o homem que eu pensava que tinha. E o homem que agora sei que ele é, é a minha Outra.


  1. 1 claudia

    Mas que post é este? Boa… Se isto é pessoal novo, começa em cheio.

  2. 2 susana

    bem-vinda, isabel. :)
    já pus aqui em baixo uma apresentação tardia.
    como disse a claudia, um começo em cheio de novidade. obrigada por teres vindo.

  3. 3 claudia

    Um post em cheio, sim, julguei que era a Ségolène Royal a queixar-se do marido.

  4. 4 Valupi

    Isabel, quero agradecer a esse cabrão o facto de te ter inspirado tão fulgurante entrada. Mais te posso garantir que o Aspirina não irá contribuir para a tua felicidade, no que espero estar a deixar-te aliviada.

    Já volto. No próximo desabafo.

  5. 5 Ernesta

    Porque achas que virei cabra de serviço? Bem vinda!

  6. 6 rvn

    minha senhora,
    Qualquer corno merece respeito, mais que comiseração. Com os meus cumprimentos por esta entrada de leoa, impõe-se que lhe diga que disponho das duas coisas, podendo escolher a que mais lhe agradar, para além de mais provocações canalhas iguais a esta (e ainda piores).

    (por elementar decência, recomendo-lhe cuidados dobrados com um tal de daniel de sá, misógino do piorio)

  7. 7 catarina c

    Minha querida, estou absolutamente aos saltos de alegria por te poder voltar a ler. Mesmo que o tema seja escarafunchar nas entranhas de um gajo (é sempre um exercício saudável).

  8. 8 sem-se-ver

    isto é muito bom:

    «Suponho que o homem que agora sei que ele é, me roubou o homem que eu pensava que tinha. E o homem que agora sei que ele é, é a minha Outra.»

    aguardo os próximos (não episódios, mas posts :-)

  9. 9 sem-se-ver

    AHHHHHHHHHHHHHHHHH ÉS TU, QUERIDA??

    (ui que me deixei levar pelo entusiasmo, não temos confiança para tanto :-)))

    OH PÁ FICO SUPER CONTENTE!!

    BEM VINDA a este espaço que leio diariamente - e a partir de agora já não só pela susana.

    (fui indelicada quanto aos outros autores, desculpem-me, mas fui sincera…)

  10. 10 Lia

    mmmmmm

  11. 11 catarina c

    Pois, eu também fiquei assim como tu, sem-se-ver. :DDD

  12. 12 João Pedro da Costa

    Já está tudo dito, mas faço questão de te desejar as boas-vindas ao Aspirina B, Isabel. O primo tem razão: a felicidade não quer nada com o HTML.

  13. 13 Nik

    Não percebi essa da “minha Outra”, fáxavor de explicare.

  14. 14 Nik

    Enquanto explicas ou não explicas, sempre te vou confessando, estimada Isabel (existirás mesmo? não estarei a fazer figura de parvo?) que nessas andanças de corno também eu já andei. Não me queixo nem me arrependo, foi a maior volta que a minha vida levou desde os tempos em que aprendi a dar o triplo salto mortal. Só posso agradecer a quem me pôs os ditos, a ela sem ressentimentos, a ele(s) eternamente grato, apesar de anónimo(s) e desconhecido(s). A minha vida melhorou bué depois da faustosa descoberta de ser corno. Tudo se tornou em puro prazer, desde o deitar, sozinho ou acompanhado, até ao trabalho, aos jantares e às horas de lazer. Se eu soubesse o que sei hoje, tinha encomendado ser corno mais cedo. Ai os aninhos perdidos na santa ignorância de ser corno!

  15. 15 Nik

    É curioso às vezes ser necessária essa experiência para tomar uma decisão na vida. Há gente que não nos merece e com quem preciosos perdemos anos de vida. Mas, sob o peso dum par de cornos, temos a coragem de mandar tudo às urtigas e recomeçar do zero. Tão bom!

  16. 16 fmv

    Isabel,

    Eu não diria logo assim que o Aspirina é uma terapia colectiva. Mas com um rompante como este teu, é capaz de tornar-se essa a nossa fama. Simplesmente, há famas piores.

    A história, essa, é graúda. Mas se os rapazes são, agora, finalmente felizes, até tu hás-de, quando passar a dor, conformar-te com um destino (acredito que bizarro) de mediadora da felicidade.

    Bem-vinda sejas. Bem chegada já és.

  17. 17 Ernesta

    Já agora, e estamos no sítio certo para a pergunta, “corno” porquê? Fernando, também devemos esta aos espanhóis?

  18. 18 zazie

    devemos aos cultos ao cernunos

    E estamos na altura deles…

    ando a fazer posts acerca disso, ainda que pareça mais coisa de caracóis. A seguir vêm os ursos e o dia do peido porque a história é sempre a mesma- renovação da natureza
    “:OP

  19. 19 zazie

    A pergunta que valia a pena fazer ao Fernando nem era essa, era a da capa. De onde vem o ditado “pôr a capa ao marido” com sentido de encornar. Está representada nos provérbios flamengos do Brueghel e até é foi ironia dele. Retratou-se como velho a quem a jovem mulher cobre com a capa azul.

  20. 20 zazie

    mas os cornos são equiparados ao mundo às avessas quando as mulheres se vingam e fazem deles gato-sapato. Em flamengo era a luta pelas calças. A capa é que eu não sei de onde vem nem a tradução que por cá teve.
    Como também não sei a espanhola do “ir de carrinho” ou “levar no carrinho” com o sentido de ter um padrinho.

  21. 21 zazie

    levar no carrinho não é isso. É mesmo transportar de carrinho, como nos palhaços do Felinni. A ligação ao padrinho protector é que desconheço.

  22. 22 Daniel de Sá

    Isabel
    Vais encontrar aqui gente canalha. Como eu, que nem te conheço e já te trato por tu. Bem preveniu o RVN, mas não o leves à letra. Aliás, aqui ninguém é de levar a letra. Se assim não fosse, estávamos tramados: onde iríamos arranjar maneira de um pouco de criatividade literária? Nem de levar à letra nem a sério. Inclusive esta mensagem que pretende ser de saudação.
    Ah, mas isto agora é mesmo a sério (às vezes é): bela e forte prosa.

  23. 23 Ernesta

    zazie, desculpe a desfaçatez, ou talvez a imprudência, mas ando há muito para lhe perguntar isto - porque fala sempre aos soluços?

  24. 24 zazie

    ah, não sabia que as cabras conseguiam ouvir html.

    Desculpe a desfaçatez, também, ok?

    “:O))))

  25. 25 zazie

    Há os apertadinhos que se preocupam muito com o gasto de banda nas caixinhas de comentários e fazem rascunho muito demorado antes de pensarem e dizerem qualquer coizinha de jacto.

    E há os que não são assim somíticos e têm mais que fazer porque enquanto escrevem umas tretas nos comentários estão a fazer mais outras coisas.

    É esta a diferença. sô dona cabra mais esperta.

  26. 26 zazie

    E, para chatear cabras apertadinhas vai mais um soluço. Esqueci-me do que ia perguntar e até era importante. O raio de um provérbio flamengo que não sei como se traduz em português e era para perguntar ao fmv.

    Pronto. Se esteve à espera, já pode comentar que fica com as janelinhas livres.

  27. 27 Ernesta

    (bem me pareceu que era mais imprudência qu desfaçatez…..)

  28. 28 susana

    estava a pensar no tema do post e no modo como toca muita gente. serei eu a única pessoa que nunca foi corno, ou apenas a mais tapada…? :D

  29. 29 z

    zazie, mas andei a pensar isso dos caracóis só dá no calcário por causa daquilo da casca onde vês a espiral do tempo. Como será no granito, será que andam descapotáveis ou serão outros bicharocos?

    como é que se arranja um detector de metais?

  30. 30 z

    (verdade se diga que aqui a Isabel arranjou uma maneira estranha mas poética e eficaz de ficar para sempre acompanhada, o estômago é que já não sei)

  31. 31 fmv

    Zazie,

    Do que dizes, conclui-se que, por 1560, na Flandres, quando Breughel pintou os seus Provérbios Flamengos («Vlaamse Spreekwoorden»), haveria um provérbio (ou, mais propriamente, uma expressão) do género de «pôr a capa ao marido» para significar pôr-lhe os cornos, mijar fora do pote, enfim, coisas virtuosas como essas.

    Admito que sim. Talvez a expressão ainda exista algures. Mas trata-se dum espaço, e dum tempo (e, a
    falar verdade, duma língua: o flamengo pré-neerlandês), que definitivamente não são aqueles em que hoje navego.

    Mas continuarei a investigar.

  32. 32 z

    (agora já posso bazarix relaxado, com kpk’s até os mindinhos concordam)

  33. 33 Ernesta

    z, sabes qual é a minha kpk preferida? OVO. Até num espelho lês da mesma maneira…

  34. 34 rvn

    zazie,
    Continuas a ser a minha heroína (salvo seja, carago!). Esse teu feitio é o meu sonho molhado de solteiro. Para este adeus eu diria ‘um beijo na língua’ por ser a dita a causa da chapelada, mas nem o meu atrevimento com as palavras chega a tanto. But you know what I mean, como dizem os franceses.

    âncio,
    Estimulas o meu raciocínio, é facto para lá de palpite. Agora pergunto a mim mesmo se a nossa Isabel se sentiria melhor se tivesse sido encornada em flamengo pré-neerlandês… Uma aventura, ler-te.
    Abraço-te (o beijo na língua também aqui não é opção)

  35. 35 A. Castanho

    Partilho a confissão do Nik.

    Também eu desperdicei cinco, CINCO anos da minha curtíssima vida (até então…) na expectativa de evitar o inevitável: ser re-corno!

    E só quando o soube me libertei e, finalmente, por assim dizer, comecei a viver a Vida real… Depois de alguns momentos tortuosos em que se me aplicava na perfeição a seguinte

    ORAÇÃO DO CORNO (de Manuel João Vieira, ou Orgasmo Carlos):

    «Meu bom Deus, fazei com que nunca seja corno; e se o for, que o não saiba; e se o souber, que não acredite; e se acreditar, que o não sinta; e se o sentir, que não sofra; e se sofrer, que o sofrimento seja breve! Amen.»

  36. 36 Ernesta

    Tem piada. Reparei agora que basta um simples “r” para que a imprudência se transforme em impudência. Esta lingua portuguesa tem com cada coisa…

  37. 37 A. Castanho

    Corrijo (uma vez mais de memória…:

    ORAÇÃO DO CORNO (de Manuel João Vieira, ou Orgasmo Carlos):

    «Meu bom Deus, fazei com que nunca seja corno; e se o for, que o não saiba; e se o souber, que não acredite; e se acreditar, que o não veja; e se o vir, que o não sinta; e se o sentir, que não sofra; e se sofrer, que não seja muito; e se o for, que o sofrimento seja breve… Amen.»

  38. 38 nils

    Gostei deste post. Se isto continuar assim, a nova contratação promete!

  39. 39 z

    eu acho que sou aleph_corno nos dois sentidos e com muito gosto, não só é variado como é democrático

  40. 40 isabel

    obrigado a todos, nao era pra tanto :). obrigados tambem pelo convite e pelo discurso de apresentaçao e desculpas por ter chegado antes do discurso, mas a vida mete-se no meio e é uma chatice.
    gostei da oraçao do corno :)
    susana: eu tbem achava que era a unica que nao era, que nunca seria, e que mesmo que fosse nao quereria saber, mas olha, acontece aos melhores, e qdo um gajo ouve o medico dizer que tem uma dst, a modos que nao tem grande remedio senao render-se às evidencias. (a menos que seja inocente e tapado como eu e ainda va fazer perguntas a relaçoes anteriores com quem já nao esta ha 10 anos, mas isso é pano pra outro post :))

  41. 41 zazie

    Obrigada Fernando,

    Estas coisas são muito curiosas porque os artistas copiavam os modelos para muitos outros países onde os ditados nem eram conhecidos. Ainda há muita coisa a descobrir.

    O outro, o do carrinho, já tinha sido documentado pelo Maeterlink no início do século XX. Em flamengo diz-se: Een Kruiwagen heben”. A Isabel Máteo Gomez, que estudou estas coisas, traduziu para espanhol- “tener una carretilla” ou “tener un coche”. Mas en Diest, o homem vai sozinho com o carrinho na mão, enquanto que no cadeiral de Plasencia é um louco que leva um cão no carrinho e eu penso que tem mais a ver com o mundo às avessas que com o padrinho. De qualquer forma, na Celestina do Barrojas também se faz alusão ao mesmo mas sem o detalhe do carrinho.

    Quanto à capa é mistério maior e é anterior ao Brueghel. Aparece no cadeiral Toledo (do grande Rodrigo Alemão) ainda no século XV. Já se chegou à ligação entre a capa e a cor azul- pôr a capa azul ao marido”. Quando o marido já tem a capa e a mulher não aparece é porque já foi encornado; quando ela está presente, é porque está em vias de o encornar. Em flamengo era: “ Ick stoppe my onder een blau huycke meer worde ick bekent hoe ick meer duycke”. A Isabel Máteo encontrou algo parecido num refrão do marquês de Santillana: “Por sí o por no, marido senõr, poneos vuestro capirote”.

  42. 42 zazie

    rvn,

    Dá-me vontade de rir porque não imagino a imagem que passa. Mas eu digo sempre estas coisas na maior e a rir e nem sei se tenho mau-feitio. Sei que nunca tive um único problema de trabalho com colegas. Só isso dá direito a uma boa parte de felicidade.
    Porque, ao contrário do que parece, não sou eu que provoco nem chateio ninguém. Antes pelo contrário- sou mesmo do género de detestar questiúnculas. Mas está visto que se me provocam e metem o bedelho com perguntas parvas, respondo à letra. Não tenho é culpa das pessoas passarem o tempo a pedi-las.

    Fora isso, só meto com homens. Nunca perdi tempo a chatear gajas. Se calhar, há-de ser por isso que também nunca tive esses pavores de armações. Eles diziam que nem lhes dava tempo, tal era a preocupação que não fosse o inverso a acontecer

    “:O)))

  43. 43 zazie

    Eu disse Barojas? que disparate. Queria dizer Rojas. Fernando de Rojas

  44. 44 Ernesta

    Zazie

    A pergunta só foi feita porque a resposta já estava adivinhada. E agora, que te vou tratar por tu, posso dizer-te que, apesar de nestas coisas de net nunca se saber nada muito bem, te devo um dos primeiros posts num dos meus primeiros blogs. Que nunca passaram disso - um post a dizer test…

  45. 45 z

    hum, f*deram-me a kpk e nem lhe tomaram o sabor aposto, a zazie passa assim como um vento de rajadas

    essa coisa da autoria também já estou a deixar-me disso, que se reconheçam todos num indefinido, porque para descobrir o autor do autor dá muita canseira e o avô fica chateado. Embora haja uns que não e tem que ser.

    noutro dia li que um poeta aanónimo escreveu em 799 sobre Carlos Magno (que foi coroado imperador no Natal de 800) que era \it{rex pater Europae} -> (no latex era assim!)

  46. 46 z

    agora já podemos ter fibrilhações mais descansadas

    http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=910438&div_id=291

    o carne vale promete

  47. 47 Ernesta

    e o rei momo é quem, z ?

  48. 48 zazie

    Conta lá, Ernesta. Eu também não estava a embicar contigo. Mas que foi isso do post num dos primeiros blogues?

    Só reparei que também conheces aquele desperdício de homem que por engano de telefonema não foi a ministro

    ahahahah

    Que engraçado estares a falar do momo. Ainda hoje falei nele também. Mas não conto mais nada que não ando a vender o peixe.

  49. 49 Ernesta

    Ai Zazie, essa do post tem uns anos, e nós somos gajas tenrinhas que não podemos falar de coisas arcaicas em público, não é?

    (e pôe desperdicio mesmo, no tal que não foi lá…. mas que continuo a achar que foi mesmo engano e a piada do século…)

  50. 50 zazie

    Uma piada digna do Jarry

    “:O)))

    Felizmente ainda o aproveitei a tempo…

    ehehe

  51. 51 sem-se-ver

    ah isabel, se ainda por cima o motivo foi esse, há que lhe zurzir!!!!

    (a ele, ao tema e à dst)

  52. 52 Ernesta

    Ah, mulher, conta lá isso, que gaja que é gaja não resiste a um segredo…

  53. 53 Cócó

    A Ernesta ou é a Zazie ou é um gajo. O diabo que escolha.

  54. 54 Ernesta

    Cócó

    Sou a Zazie, sou um gajo, e sou tudo o que queiras que seja desde que não te aproximes muito.

  55. 55 zazie

    ohhh… não há nada para contar. Ficou bem percebido e foi a tempo… mais um pouco e passava a muso, em vez de musa
    “:O)))

  56. 56 z

    grunf

  57. 57 Ernesta

    z

    esse grunf parecia o do tigre da Azambuja…

    zazie

    pior é quando se passa a mesa e se alomba com tudo em cima…

  58. 58 z

    e eu rio-me

  59. 59 zazie

    naaa Ernesta… se estás a falar por alegorias badalhocas, fica bem ciente que foi tão a tempo que não chegou a coisas dessas- de alombamentos nas costas. Por isso é que disse que é um gigantesco desperdício

    “:O))

  60. 60 zazie

    Alombamento fronteiriço é mais curtido, ainda que não tenha relação com as Linhas de Torres

    “:OP

  61. 61 rvn

    zazie,
    sem querer de todo discutir alombamentos, permito-me lembrar que terá sido com um (ou vários) que terá nascido a inspiração para este post da isabel, não? fazes bem em evitar, portanto.
    digo eu, claro.

  62. 62 z

    (e eu à coca mas se vem a minha prima de rajada lá vou eu)

  63. 63 z

    hum

  64. 64 z

    será que é gula?

  65. 65 z

    ‘xa cá ver :-)))

  66. 66 Ernesta

    zazie,

    era alegoria, mas não era badalhoca….. e como sabes se foi desperdício se, pelo que parece, não chegaste às badalhoquices? Olha que nem tudo o que parece é, mas deves saber isso tão bem como eu….

  67. 67 zazie

    ai ai ai ai… mauvais, mauvais, mauvais…

    Cheguei pois, mas foram fronteiriças, fónix! Ainda estavam a milhas da reconversão desperdiçada.

    não explicam, não explicam, não explicam!

    “:O)))))

  68. 68 zazie

    mas é um dos mais magníficos desperdícios que a natureza é capaz de fabricar

    “:O))))

  69. 69 zazie

    e pimba! que o 69 foi meu. As kpks ficam todas para o py

  70. 70 zazie

    o rvn também estava ceguinho mas eu fingi que não percebi

    “:OP

  71. 71 z

    não, não, zazie, eu gosto que outr@s capicuem também, é muito mais engraçado. E se me der uma descompensação capicuadora não te preocupes que eu fabrico uma capicuazona nem que me leve dez comentários

  72. 72 z

    é só para rematar num primo

  1. 1 All hands, stand by! at 100nada

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