adobe creative suite downloads Adobe Fireworks CS5 buy adobe fireworks 8 adobe standard creative suite Adobe Fireworks CS5 for Mac buy adobe creative suite premium 2.3 windows adobe studio creative suite Adobe InCopy CS5 buy adobe creative suite 3 cheap adobe premiere pro magnitude Adobe InCopy CS5 for Mac buy best price for adobe creative suite download adobe premiere pro 7 full Adobe SoundBooth CS5 for Mac buy adobe creative suite change serial number adobe creative suite 2.0 premium Adobe SoundBooth CS5 buy free adobe premiere pro serial codes adobe fireworks cs3 Adobe Premiere Pro CS5 for Mac buy phone activation adobe fireworks 9.0 serial adobe contribute crack Adobe Premiere Pro CS5 buy adobe premiere pro 1.5 activation key adobe creative suite premium serial Adobe Contribute CS5 buy adobe free fireworks download add pics to adobe fireworks Adobe Contribute CS5 for Mac buy adobe premiere pro keyboard shortcuts adobe creative suite 3 design standard Adobe Creative Suite 5 Design Premium buy adobe creative suite 2.3 downloads macintosh requirements for adobe creative suite Adobe Creative Suite 5 Design Premium for Mac buy adobe creative suites and software descargar adobe premiere pro 7 gratis Adobe Creative Suite 5 Design Standard buy adobe creative suite 3 troubleshooting xp adobe fireworks sdk Adobe Creative Suite 5 Production Premium buy download adobe premiere pro 1.5 premium version of creative suite adobe Adobe Creative Suite 5 Production Premium for Mac buy adobe fireworks c3 key gen adobe premiere pro 7,0 Adobe Creative Suite 5 Web Premium buy buy adobe premiere pro 1.5 adobe creative suite e-training Adobe Creative Suite 5 Web Premium for Mac buy adobe premiere pro crack serial

Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.



No próximo dia 19 serão discutidos vários projetos de lei que alteram, pela segunda vez, a lei nº 32/2006, de 26 de Junho. A história de cada projeto, de cada filosofia por trás de cada projeto, é longa ou, talvez, muito curta, porque sempre a mesma.

No PS, inicialmente, havia um conjunto de três projetos: o do PS; o da JS; e o meu. Foi possível, pela proximidade de pontos de vista e pela possibilidade de cedência mútua, trabalhando com seriedade e sob a capa de princípios comuns, a fusão dos dois últimos projetos. Temos assim, agora, um do PS e outro elaborado pelo Pedro Delgado Alves e por mim, com mais alguns signatários (desapareceu assim um projeto designado “JS”). Durante o processo de elaboração deste projeto de lei foi impossível não viver cada preceito sem a intensidade emocional de quem, como muitos, pura e simplesmente intui que certas questões não deviam gerar discussão.

Se a Lei n.º 32/2006, de 26 de Junho, aprovada na sequência de uma iniciativa legislativa promovida pelo Partido Socialista, representou um passo em frente determinante no domínio da procriação medicamente assistida em Portugal, custa entender que, cinco anos volvidos, num momento de revisitação da mesma, não salte aos olhos do comum dos mortais que falta cumprir a igualdade, a não discriminação, o direito ao livre desenvolvimento da personalidade, o direito a constituir família, o direito já de quarta geração à procriação e, enfim, um elementar princípio de justiça. Como é possível que quem não insista numa patente privativa de família “pai-mãe-filho”, se atreva a excluir da PMA as mulheres solteiras – “sós”, nos termos da lei”? Como é possível que quem reconheça que o arquétipo de família “pai-mãe-filho” não corresponde ao universo diversificado de realidades familiares já existentes na sociedade exclua a extensão da parentalidade à mulher que viva em união de facto ou esteja casada com a mulher que tem uma criança? E se um dia a mãe biológica morre? Como é que se atrevem a negar um vínculo jurídico à mãe sobrevivente?

Atrevem-se a isto tudo, em 2011, atrevem-se a olhar, a constatar e a assinar por baixo um sistema jurídico bipolar que dá, e bem, autonomia à mulher para decidir uma IVG até às dez semanas, mas que a obriga a “pertencer” a um homem” para procriar. Aqui, neste aspeto, está a insanidade: palmas a uma lei sexista e homofóbica. Não há extensão de beneficiários porque as mulheres têm de ser propriedade de um homem e porque se entende que as lésbicas, “por natureza” não procriam. Falam em egoísmo e em “natureza”. Ter um filho é “egoísmo”. Eles lá sabem. Eu, falo por mim, não pedi para nascer. Quem recorre à PMA tem um legítimo projeto de felicidade para si e para a criança que vier a nascer. Quanto a obedecer a uma “natureza” que não acolhe lésbicas e solteiras hétero, é melhor revogar a PMA para casais de sexo diferente que sejam inférteis. E de caminho convém revogar a adoção singular. É o argumento mais conhecido dos piores ditadores da história.

Estou cansada de ver cerimónias que aqui e ali evocam filosofias que mataram milhões de pessoas. Convém lembrar que é o caso do sexismo e da homofobia: mataram, matam e continuam a infligir sofrimentos indizíveis. Como é possível demorar mais do que 5 minutos a espatifar qualquer preceito legal que exprima qualquer tipo de conivência com uma história passada e presente de horror?


  1. 1 anonimo

    “…havia um conjunto de três projetos: o do PS; o da JS; e o meu.”

    ora nem mais, eu e os outros.

  2. 2 R.Esteves

    Dou-lhe os meus parabéns pela proposta apresentada mas lamento profundamente que a mesma não seja a única apresentada pelo PS.

  3. 3 Teofilo M

    Cara Isabel Moreira,
    em primeiro lugar quero dizer-lhe que ainda não entendo o orgulho ‘gay’, que felicidade haverá em dizer-se para uma qualquer plateia ‘sou feliz, porque sou homosexual’, ou outros quaisquer discursos que me cheiram sempre a um certo narcisismo ou moda.
    Do mesmo modo que não ando na rua em marchas e desfiles a proclamar a minha orientação sexual, nem o faço habitualmente por orgulho ou até informação pois entendo que é um assunto da minha vida privada que apenas interessará a mim e aos que comigo privam e com quem eu decido partilhar um determinado número de factos da minha vida.
    Posto isto, continuo sem entender porque é que o PS regride e fala apenas em casais heterosexuais como se a opção sexual e a maternidade/paternidade não fossem compatíveis.
    Assim sendo, será que o PS e restantes partidos à direita vão tirar os filhos às mães e pais viúvos ou que tenham entretanto mudado a sua orientação sexual?
    Se o não fizerem, algo está podre no reino da Dinamarca, pois implicitamente estarão a dizer aos filhos que mais lhe vale ser orfãos do que pertencer a uma família de orientação sexual diferente, o que não me espantando, não deixa de ser curioso, pelo menos da parte dos que se assumem ser contra a segregação.

  4. 4 anonima

    … desapareceu o projecto da JS, mas, pelos vistos, não desapareceu (ainda) a juventude na bancada socialista.

  5. 5 Vega9000

    Muito, muito bem. É absolutamente inacreditável esta descriminação, e incompreensível. A única explicação que vejo é que poderia abrir a porta à adopção, q’orror. Será isso?
    ___
    Teófilo M, o orgulho gay era uma coisa que me fazia também alguma confusão. Depois cheguei à conclusão que nunca fui descriminado nem perseguido pela minha orientação hetero, e percebi. Dá-lhe mais uns anos, e vais ver como a normalidade acaba com isso.

  6. 6 Alex

    Lá fora é perfeitamente possível a casais homossexuais, solteiros (inclusive solteiros estéreis) recorrerem à PMA. Nos Estados Unidos e certos países Asiáticos há um contracto entre uma destas partes e a barriga de aluguer, que tem valor legal.
    Em certos países, só mulheres casadas podem ser barrigas de aluguer (com o consentimento do marido), e no caso do Brasil, salvo condições excepcionais, só familiares é que podem ser barrigas.
    Certos países europeus, como a Holanda e Inglaterra, restringem a PMA a nacionais apenas.
    Contudo, na generalidade destes países não são feitas quaisquer outras restrições à pessoa ou casal que recorre à PMA.
    É a maioria cristã de direita (no momento), a dar voz ao seu conservadorismo. Mas é um começo e melhor do que nada. No futuro estou certo que as coisas mudaram.
    É absolutamente necessário dar este primeiro passo, pois há barreiras mais prioritárias a quebrar como o preconceito da adopção, a solução magica que os leigos ingénuos acreditam ser para todos os problemas de fertilidade, vs a PMA. Ou os preconceitos que tudo isto é contra natura e os casais/pessoas que recorrem a PMA, tem de se resignar à “vontade de Deus”, ou algo que os valha. Acreditem que essas beatas de convento andam todas por ai, e na altura certa vão mostrar as garras.

  1. 1 famílias arco-íris » opinião Isabel Moreira: Procriação Medicamente Assistida Resistente

Leave a Reply





Toma mensal

Pharmácias

As Ruínas Circulares
afixe (RIP)
BdE I (RIP)
BdE II (RIP)
de vagares...(RIP)
A invenção de Morel
Sociedade Anónima (RIP)

 

Farmácias de Serviço

 

100 nada
31 da Armada
A aba de Heisenberg
Abrupto
O Acidental (RIP)
Adufe.pt
A Gaveta do Paulo
Agridoce
Alexandre Soares Silva
Almocreve das Petas
Amor e Ócio
António Sousa Homem
Arrastão
As Ruínas Circulares
Atlântico
Avatares de um desejo
O Avesso do Avesso
Babilônia
Babugem
Bada Bing!
Bandeira ao Vento
Barnabé (RIP)
a barriga de um arquitecto
Beco das Imagens
Blasfémias
Bomba Inteligente
Bombyx mori
Bonfim
Blogue dos Marretas
Blogo Social Português
Cabra de Serviço
Caderno de Verão
Caixa de Costura
Canhões de Navarone
Cão de Guarda
Casa de Cacela
Casmurro (RIP)
A causa foi modificada
Causa Nossa
O céu sobre Lisboa
Charquinho
Cibertulia
cinco dias
Cocanha
A Coluna Infame (RIP)
Complexidade e Contradição
Confissão do Silêncio
Conta Natura
Contra a Corrente
Coroas de Pinho
Crítico Musical
Crónicas Matinais
Cruzes Canhoto (RIP)
Daedalus
Daily Make-up
Da literatura
Desesperada Esperança
A Destreza das Dúvidas
Diário Ateísta
É a Cultura, Estúpido!
Em Busca da Límpida Medida
Enresinados
Epicentro
A Ervilha Cor de Rosa
Esplanar
Esquerda Republicana
Estado Civil
a.estrada:
Estrangeiros no Momento
Eternuridade
Floresta do Sul
Fora do Mundo (RIP)
FotoBen
Frangos para fora
french kissin'
Fuga para a Vitória
Fumaças
O funcionamento de certas coisas
garedelest
Gato Fedorento
Geração Rasca
Glória Fácil
Grande Loja do Queijo Limiano
Grupo do Pato
Hipatia
Homem a Dias
:Ilhas
O Insurgente
Intermitências da Corte
A Invenção de Morel
Janela Indiscreta (RIP)
Janela Para o Rio
João Pereira Coutinho
Klepsy´dra
A Lâmpada Mágica
Laranja Amarga
Last Tapes
letra minúscula
Letratura
Malfadado
Mar Salgado
Margens de Erro
Mas certamente que sim!
Meditação na Pastelaria
melancómico
A Memória Inventada
Memória Virtual
A Metamorfose
Miniscente
Modus Vivendi
Muro Sem Vergonha (RIP)
A montanha mágica
Nada Niente
A Natureza do Mal
O Observador
Ó Faxavor...
A Origem do Amor
A Origem das Espécies
Palombella rossa
O Pastelinho
Pastoral Portuguesa
Pedro Chagas Freitas
pequeno blogue do Grande Terramoto
Periférica
pesadelo sem ar condicionado
Pólis & Etc.
Ponto e Vírgula (RIP)
Ponto Media
Pópulo
Portal Galego da Língua
A Praia
Quartzo, Feldspato & Mica (RIP)
Quase Famosos
read me very carefully
Renas e Veados
Rimbaud Warrior
Rititi
Rua da Judiaria
Ruialme
seta despedida
Silêncio
Solvstäg
Sound + Vision
Tempo Contado
Os Tempos que Correm
Tomara-que-caia
Três Pastelinhos
True Lies
Um blog sobre Kleist
O verso dos versos
Vício de Forma
Vidro Duplo
Vistalegre
Voz do Deserto
what do you represent
The world as we know it


© 2006/11 Aspirina B | Powered by Wordpress | afinado por Paulo Querido | Topo