Doa a quem doer

125 mil empregos perdidos em 3 meses.

923 mil pessoas desempregadas.

Só 300 mil recebem subsídio de desemprego.

Estamos a falar de uma taxa de desemprego de 17%.

Muitas destas pessoas vão perder o direito à habitação também por causa da lei dos despejos. Basta terem sido cumpridoras até ao dia terrível.

Quantos sinos terão de dobrar para ser consensual que o memorando, revisto pelo PSD ou mesmo antes disso, não se adequa à nossa realidade?

E é neste clima que vamos para a frente com o corte de 4 mil milhões de Euros nas funções sociais do Estado?

Será possível?

Despedir facilmente, cortar, desproteger, tudo num abismo de recessão não é “custe o que custar”.

É doa a quem doer.

41 thoughts on “Doa a quem doer”

  1. Sra. Deputada Isabel Moreira, em vez de se interrogar, não há nada que possa fazer no parlamento? Desculpe, mas acho que V.ª Ex.ª não exerce uma das magistraturas mais elevadas do Estado para colocar perguntas junto dos eleitores que a elegeram e representa. Estes sim podem e devem interrogar-se, mas a senhora deveria ir mais longe, muito mais longe. V. Ex.ª exerce essa eminente magistratura para se interrogar menos e fazer mais. É isso que espero e exijo de si. Se só está capaz de se interrogar sem ter respostas ou ser capaz de tomar as atitudes necessárias, melhor será que abandone o cargo. Por estes motivos, com franqueza lhe digo que acho inadmissível o teor do seu post e reputo-o como um sintoma do declínio do nosso sistema político.

  2. Interessante que Passos Coelho fez o país perder, em APENAS TRÊS MESES, um número de empregos quase igual à promessa eleitoral de José Sócrates para uma legislatura de QUATRO ANOS.

    Recordo que após a crise do subprime, tal promessa revelou-se impossível de ser cumprida; isso serviu de cassete a Passos para martelar Sócrates, na campanha eleitoral de 2011. Mas voltemos, então, ao que interessa. Em 2006, altura em que não havia crise, Sócrates prometeu mais 150 mil postos de trabalho para QUATRO ANOS — objectivo que era realizável mas com dificuldade, dada os tratados que obrigavam Portugal à consolidação orçamental.

    Assim, Passos Coelho perder quase tantos empregos em três meses quantos aqueles que, numa situação económica mais favorável que a actual, se conseguem recuperar em 4 anos, numa situação em que Portugal não reestrutura a dívida nem sai da Zona Euro, estando por isso obrigado a políticas muito mais duras de consolidação orçamental que Sócrates estava.

  3. Vamos lá a ver uma coisa, a malta (eu não) votou no passos, no portas e no cavaco. Queriam o quê? Batatinhas?
    A malta gosta de telenovelas e só acredita o que se diz na televisão, especialmente no marcelo, na judite e restante cambada. Queriam o quê?
    A malta é invejosa como ó caralho, não pode ver um pobre a receber uma esmola que diz logo que devia era ir trabalhar. Queriam o quê?
    O militantes do ps deram a liderança a um palermóide que se rodeou de outros palermóides e ressabiados. Queriam o quê?
    As figuras do ps que poderiam fazer frente a este governo estão mais preocupados em defender os seus tachos e as suas estratégias do que com o país? Queriam o quê?
    Porque é que não vão chamar aquele senhor dos professores que fazia umas manifestações tão bonitas, ou aqueles jovens que nas redes sociais promoviam aqueles encontros extraordinários. Agora não há manifestações? Como é que é?
    Que merda de país, quando eu tinha emprego não podia ir às manifestações, agora que eu e mais 250 000 estamos desempregados não há nada para a malta se distrair?
    Meus amigos, eu não sou o viegas (pessoa que não aprecio) e por isso não vos mando tomar no cu, até porque muitos de vocês até gostam e por isso não seria grande sacrifício.

  4. Zy, exactissimamente! Só acrescentava mais três interrogações como diria o Thomaz que não são duas mas três:
    E a gajada do berloque que tem por lá tantos ispicialistas da estória do tempo presente. Estava à espera de quê?
    E os camaradas, acondicionados na última prateleira do congelador. Estavam à espera de quê? Que o Ti Lenine saísse do mausoléu da Praça Vermelha (É assim que ainda se chama? Não é?) e viesse comandar o assalto ao Palácio de Inverno e as hordas da piolheira que entretanto se tinha levantado contra Passos/Gaspar/Relvas/Moedas?
    E o Seguro que fo.. nem sai de cima. Estava à espera de quê?
    Eh pá, poupem-me que vou ter de aturar esta corja que fez em dois anos o que toda a outra cambada de merdosos devia ter feito e não fez em mais de trinta.

  5. jafonso: então isso diz-se?!:

    “poupem-me que vou ter que aturar esta corja que fez em dois anos o que toda a outra cambada de merdosos devia ter feito e não fez em mais de trinta.”

    Então você está de acordo com a destruição da nação portuguesa, que está a ser executada por “esta corja”?

  6. Eh pá, até ía deixando cair a placa!!!!!!!!!!
    Expliquemos:
    1- Só pelo facto de a adjectivar de corja é bem exemplificativo que a abomino e não posso estar de acordo com ela.
    2- Se realmente os merdosos que durante mais de trinta anos andaram a “encanar a perna à rã” tivessem feito o que deviam, nós agora não a estávamos a aturar…a corja é bem de ver.
    3 – Temos que concordar, naturalmente dentro dos pressupostos ideológicos que a orientam, que a corja fez bem o seu trabalho que era o de inverter a lógica do poder. E fez o seu serviço tão bem que deu cabo deste país. (Que não é o dela, claro!)
    4 – Quanto ao Seguro, embora me não tenha perguntado, mantenho o que disse, não fo.. nem sai de cima.

  7. Isabel

    O desemprego ainda vai aumentar mais. A culpa é de quem?

    1. Quem assinou os acordos da OMC nestes moldes;

    2. Quem deslocalizou a industria para a Ásia;

    3. Quem, perante a catastrofe anunciada, em vez de reduzir e racionalizar os gastos do Estado, ainda aumentou;

    4. Quem achou que a Europa conseguiria sobreviver e crescer só produzindo serviços;

  8. Isabel

    Em relação aos 125.000 empregos perdidos nos últimos 3 meses do ano, penso que o facto da economia da zona euro ter tido um descrescimo de 0,9% do seu PIB, neste mesmo período, pode explicar muito desta perda de emprego. Também nao vai responsabilizar o meu amigo Pedro Passos Coelho pela economia da zona euro (estamos a falar em 17 países) ter decrescido 0,5% do PIB no último ano, ou vai?

    Para nao nos amputarem a alma, como diz a Olinda, temos de reduzir os gastos do Estado e torna-lo mais eficiente. Não podemos continuar a ter um Estado que é responsável pelo consumo de 50% da riqueza criada no país. Pois, se continuar tudo na mesma, nao irão sobrar recursos financeiros para serem canalizados para o investimento, tanto publico como privado, este sim, gerador de emprego e crescimento sustentado.

  9. O desemprego ainda vai aumentar mais. A culpa é de quem?
    (óbviamente de quem governa, pelo menos no governo anterior era assim)

    1. Quem assinou os acordos da OMC nestes moldes;
    (pelos vistos os acordos da organização mundial do comércio só se aplicam em portugal e no tempo do socras não estavam em vigor)

    2. Quem deslocalizou a industria para a Ásia;
    (o liberalismo económico que tu defendes)

    3. Quem, perante a catastrofe anunciada, em vez de reduzir e racionalizar os gastos do Estado, ainda aumentou;
    (vai ler o que a comissão europeia recomendou aos estados membros quando estoirou a crise e depois tirou o tapete quando inviabilizaram o pec4)

    4. Quem achou que a Europa conseguiria sobreviver e crescer só produzindo serviços;
    (cavaco silva, primeiro-ministro eleito pelo psd quando havia dinheiro)

  10. “Também nao vai responsabilizar o meu amigo Pedro Passos Coelho pela economia da zona euro (estamos a falar em 17 países) ter decrescido 0,5% do PIB no último ano, ou vai?”

    a zona euro contrai 0,5%, portugal contribui para a média com -3,5%, mas o pedro tinha ido galar umas gajas para a porta do c.c. babilónia e não deu por isso. oh xico! e de quem é a responsabilidade da diferença?

  11. Disparates!!!

    Pelas tuas respostas, embora muito incompletas, pois vê-se que estudou pouco a matéria, não o são!

  12. jafonso,quem andou “a encanar a perna a rã” foi o pcp durante 30 anos e depois com a companhia do bloco,ao aliar-se à direita para derrubar o ps. (3 vezes) fora os ameaços.gostei de ver no parlamento a cena teatral do stalinista jeronimo de sousa,a dizer que se comove quando vê um desempregado. quantos seriam poupados se continuasse o governo de socrates? aconselho jeronimo,a fazer uma sondagem com as seguintes questoes: desejam o pcp a governar este pais? a resposta era uma percentagem menor do que o numero de votantes e até militantes em eleiçoes.a segunda questão era a seguinte: deseja ver o pcp partilhar um governo com o ps? a resposta seria numa percentagem superior ao seu resultado eleitoral.Só há um problema: o pcp coligaçoes não quer com o ps.o poder, só sozinho, ou acompanhado por um partido tipo bloco mas só com 6 deputados para fazer a maioria absoluta.Resumindo: coligaçoes à esquerda não há.o aparecimento do bloco foi um desastre para a democracia portuguesa.um não vai sem o outro para o poder,para o que ficar de fora não colher dividendos.eles sabem que o poder queima e por isso fogem.que os pariu.Nota: a forma pode não ser a melhor,mas o conteúdo não merece na minha opinião contestaçao. contestaçao

  13. Gato Vadio

    Disparate nao. A OMC foi o maior tiro no pé que as economias ocidentais deram. Quiseram abrir os mercados a países que nao tinham as mesmas leis laborais, sociais e agora está a vista o resultado. Não ha como andar para tras. Por isso só temos um caminho, é o que este Governo esta a tentar fazer. Reduzir o Estado e aumentar a sua eficiencia pelas razoes mencionadas por mim e que tu ja tiveste oportunidade de ler.

  14. oh xico! quem foi criado a mamar, só sabe mamar, daí serem todos liberais de pacotilha, quando tá a dar o estado estorva e quando não dá o estado tem que subsidiar, proteger e o caralho a 7. não há pachorra para tanto disparate. o comércio mundial é uma realidade inevitável e tem vantagens e inconvenientes, o teu problema é estares habituado a viver de inconvenientes. qualquer chulóempresario português sonha actualmente com as condições laborais da china, amanhã com as do vietnam e um dia destes com as da coreia do norte, exactamente por ser chulo. exemplo, o estado deve subsidiar a produção da tonelada de milho para que o agricultor nacional simule umas plantações e depois venda milho importado, ou seja o estado dá dinheiro ao agricultor para negociar cereais em nome da produção nacional.

  15. Ignatz

    O comercio internacional tem de ter regras. A OMC quando foi criada quem falava da China? As economias americana e europeia pensaram foi na abertura dos mercados do Japão e Coreia do Sul. Por isso é que duraram 8 anos as negociações no Uruguay round que culminou com a OMC. O unico rapazinho que nao concordava, na altura, com aquela coisa e esteve, até a ultima da hora, para assinar, foi o nosso tio Cavaco. Só assinou a troco de mais uns milhoes para o pessoal.
    Os americanos fecham os olhos às praticas comerciais da China porque, hoje, este país é o maior comprador da dívida americana. É um pouco chato abrir guerra comercial com quem patrocina o nosso estilo de vida.
    E a Europa nada diz porque a Alemanha está a exportar em força para a China, por isso nao interessa criar ondas.
    Em relação à agricultura, sem subsidios é impossivel fazer cereais continuadamente. Acredita por experiência própria.
    Agora tens uns preconceitos muito manhosos em relação aos empresários. Para quem o único dinheiro que arrisca deve ser o do euromilhoes, entendo a tua observação.

  16. explica lá onde esse bláblá contradiz os argumentos ou opinião que expressei aqui? deve ser para disfarçar os disparates e insinuações que fizestes antes, mas podias dispensar-nos essa conversa de baralhar e dar de novo, vulgo conversa para saloios. quanto a chulóempresarios tenho bués de preconceitos, principalmente porque são subsídiados pelos meus impostos para praticarem aventuras & evasão fiscal, atão os ditos exportadores nem te pergunto para onde vão os sinais das encomendas, aka concept & engeneering projects, que entram por baixo das portas ubs*, vulgo monte branco, saco azul e outras tonalidades que nos sectores exportadores mais católicos, empresários que dão missa na sic, são um terço do valor exportado, para não falar das novenas.

    * ubs-união bancos suiços, não confundir com usb-universal serial bus, empresa de transporte de cereais

  17. Ignats

    O problema é que quando economias maiores e mais fortes entram em recessão, existe um efeito multiplicador sobre economias mais fracas e abertas como a nossa. Por isso é facilmente explicavel porque é que um decrescimo de 0,5% em economias mais fortes provocam um maior deficit na nossa economia. O Pedro Passos nao necessita de ir galar umas amigas para o “babi”. Isso fazia eu quando tinha 16 anos!

  18. oh pázinho não digas asneiras, os 0,5% de contracção são a média europeia para a qual contribuiram fortemente espanha, itália e portugal. tirando a espanha o destino das exportações portuguesas foi para países onde houve crescimento económico e se não exportámos mais foi por falta de dinheiro para financiar a produção. portanto guarda as tangas multiplicadoras para as afrochavalas do eixo massamá/amadora.

  19. Ignatz

    Chegaste onde eu queria. A falta de dinheiro para financiar a produção. Pois o dinheiro tem sido canalizado para financiar o Estado. Por isso é que o Governo tem de fazer este ajustamento e reduzir ao maximo o Estado. Para nao faltar dinheiro necessario ao financiamento da produção, sendo este o verdadeiro alicerce criador de riqueza e de emprego.
    Aos poucos chegas lá!!!

    Tens inveja de nao teres andado a galar as gajas no Babi. Bons tempos amigo Ignatz!

  20. dizes asneiras, eu corrijo e tu dizes que eu cheguei onde tu querias. agora dizes que o estado destrói a economia para se financiar e que isso é bom para a economia. o nuno que te ature que já esgotei o stock de paciência disponível para tóinos, versão ex-bétinhos dt.

  21. Caro Francisco, você inverte as coisas. Os défices públicos derivam da fraqueza da economia, motivada pela evolução natural e previsível do capitalismo nos países ditos avançados. Quando um país de economia de mercado atinge um grande desenvolvimento é inevitável que ganhem preponderância nas actividades financeiras. Numa economia de mercado cabe à finança um papel importante na coordenação os movimentos do capital real, bem como na sua acumulação. Quando um país — melhor dizendo, as suas elites económicas e políticas — ficam em condições de controlar a emissão e fluxo de uma moeda forte — por motivo de a sua economia se ter tornado suficientemente poderosa para tal — os activos financeiros tornam-se num adorado bezerro de ouro, que toldam a razão às elites e, quiçá, ao próprio povo. Esses países, invariavelmente, abrandam as actividades produtivas — deslocalizam-nas — passando a viver de rendas de capital (juros e dividendos dos seus activos no exterior). É a muito humana lei do menor esforço. Quando à produção propriamente dita, tais países “ricos” refugiam-se mais e mais no design e acabamento de produtos, bem como no marketing, nos serviços e na finança. A economia real enfraquece. Porém, como vimos na crise do subprime, as elites financeiras têm também o muito humano defeito de se enganarem a si próprias durante demasiado tempo; quando dão pelo problema, já o cântaro derramou quase todo o seu preciso néctar.

    Como é bem sabido, os acordos de comércio livre foram negociados de forma inteiramente consciente e deliberada pelas potências ocidentais, que julgavam deslocalizar o trabalho duro, ao mesmo tempo que retinham nos seus territórios a parte de leão do valor acrescentado da produção deslocalizada. Era o tempo da “nova economia”. Ora, é chegado o dia em que se começa a ver que o imperador, vestido pelas vestes diáfanas da finança, vai quase nu. Afinal, a economia real do Ocidente não carbura assim tão bem como os teóricos da “nova economia” previam que o fizesse.

    Assim sendo, e indo nós à raíz do problema e não ao sintoma, os problemas financeiros — tanto os da dívida pública como da privada — são consequência, e não causa, da debilidade económica do Ocidente. A enorme pirâmide invertida de capital financeiro (capital abstracto) não tem, hoje, um apoio confortável no capital real que a deveria sustentar. E como escasseia, cada vez mais, o precioso capital real, impõe-se o saque e o salve-se quem mais pode. Como corolário disto, é de prever maiores e mais portentosos embates financeiros, no Ocidente.

    Por outro lado, “poupar” nos serviços públicos é hipotecar ainda mais as possibilidades de recuperação da economia produtiva; pois não há qualquer virtude na eliminação externalidades vitais ao desenvolvimento futuro. Tais externalidades serão sempre vitais ao restauro de uma relação são entre o capital financeiro e o capital real — a pirâmide invertida tem que passar a ser uma pirâmide com a base (e não o vértice) assente na economia real. Para debelar o problema é preciso, pois, crescimento económico sustentado na produção de bens e serviços reais, apoiado numa arquitectura de regulação financeira bem diferente da que hoje temos. Seria desejável maior regulação, draconiana mesmo no que diz respeito aos instrumentos financeiros mais abstractos. No período de transição seria desejável um aumento moderado da taxa de inflação, pois isso retiraria preponderância aos activos financeiros, favorecendo em vez disso a acumulação de capital real. Também ajudaria a “pagar” as dívidas, desvalorizando-as a uma taxa superior ao juro (é necessária regulação que faça com que isto aconteça, obviamente; de resto, foi assim que os países europeus e os Estados Unidos “pagaram” as dívidas da II Guerra Mundial).

    Mas, com estas elites financeiras ao leme, nada disto irá acontecer. Antes terão que “tomar no cu” do Zé Povinho, como diria o nosso redimido Secretário de Estado…

  22. joaopft

    So agora tive oportunidade de ler o teu ensaio de economia politico-financeira! Foda-se!
    Se os alemães lerem isto, metem-te na cadeia a fazer companhia aos teus amigos dos baader meinhof. O mundo económico financeiro nao se movimementa assim, muito menos pensa como tu dizes. O problema é que o mundo Ocidental criou um Estado Social pesadissímo e com a OMC tornou impossivel continuar a produzir torradeiras que tu gostas de ir comprar por €5 ao Media Markt. E quem diz torradeiras, diz roupa, sapatos, electrodomesticos, carros, computadores e tudo o que tu nao dispensas de ter a um preço razoavelmente barato.Tivemos de inventar algo para continuar a ganhar dinheiro, dar emprego a alguns e tentar manter os fluxos financeiros positivos. Aqui entrou o mercado especulativo. Sabes onde estão concentradas no Mundo, as maiores reservas de divisas cambiais fortes (USD, EUR, JPY)? na Asia. Como podes ver a tua tese cai por terra.
    Mas alguem falou em poupar nos serviços publicos? Os serviços publicos sao fundamentais para que haja Estado e para que a economia possa funcionar. O que nós temos de fazer, é poupar e cortar nos Institutos públicos. Esse é que é o problema! E quanto a isto penso que estamos de acordo.

  23. Lá dizia uma grande escritora portuguesa, penso que a Maria Velho da Costa, “Muita prosa pouca foda”. Ai as mulheres…se elas se lembrassem de começar a falar… a miséria que por aí vinha.

  24. “… o que realmente gostava mesmo, é que o nosso país produzisse matéria-prima desta qualidade! Queria lá saber do milho.”

    tá bom de ver que as casas de alterne dão mais que o milho e depois deves ter mais jeito para azeiteiro que agricultor. assim, temos que aturar um proxeneta falhado e um comerciante de híbridos.

    nb – se quiseres links para sites de gajas nuas é só pedires

  25. Ignatz

    Ja te disse que o milho tem de ser subsidiado!
    Alem disso, nao gosto de links de gajas nuas, gosto de ser eu a despi-las. E casas de alterne não é a minha praia!

    Eu que vivi no Brasil, em Florianopolis, sei porque é que os brasileiros sao o povo mais feliz do mundo.

    Es um ressabiado, deves ter levado um grande par de chifres de alguma por aí!

  26. xico,se tirares os serviços publicos como a educaçao, e saude que não foram criados para dar dinheiroao estado, o que resta só existe para nos sacar dinheiro,finanças,conservatorias.a justiça dá prejuizo por culpa dos legisladores.se depois de abril a tivessemos tomates,tinhamos feito leis para aquela gente trabalhar,assim até a renda de casa levam duas vezes por mês ( um valor como renda para um dos conjuges e igual valor como subsidio para o outro.)xico ,as gorduras do estado só existiram durante a campanha eleitoral,depois ficou tudo no osso.

  27. foi por causa dessas gorduras em que a troika acreditou,que estamos a pagar a factura mais elevada.digam ao “escurinho” da cgtp e subordinados,que aquela narrativa foi uma fraude eleitoral.

  28. Nunocm

    Agora só mais logo! Também outro a falar dos serviços publicos! Nao leste o que eu escrevi?
    Já estas como o Emidio Guerreiro, só lês jornais. heheheheh

    Abraço

  29. francisco,tu dizes cito: reduzir o estado e aumentar a sua eficiencia.noutra tua intervençao dizes cito:o governo tem que fazer este ajustamento e reduzir ao maximo o estado.fim de citaçao.xico eu o que quiz dizer é que gorduras no estado não há.onde havia foi já reduzido os efectivos com a simplificação de processos.tu hoje estás numa conservatoria a tratar de um assunto que em tempos foi tratado noutra conservatoria a 100.200 300 km de distancia,e é resolvido praticamente no mesmo tempo sem te teres deslocado .sei do que falo porque percorri infelizmente alguns milhares de km ano,para resolver assuntos.obrigado socrates por o teu governo ter dado a volta a muita burocracia e desperdicio, que vem poupar milhoes de euros às empresas e privados

  30. nunoCm

    eu disse e passo a citar:

    “Mas alguem falou em poupar nos serviços publicos? Os serviços publicos sao fundamentais para que haja Estado e para que a economia possa funcionar. O que nós temos de fazer, é poupar e cortar nos Institutos públicos. Esse é que é o problema! E quanto a isto penso que estamos de acordo”.

    abraço

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