Adeus

Criei, ou criaram de mim, uma imagem a que não estou habituado. Talvez esta seja a verdadeira. Tanto pior se o for, e tanta mais razão para que eu deixe o espaço por conta apenas dos puros de coração. Ao contrário do Fernando Venâncio, não direi que gostei de estar aqui. Se gostasse, continuaria. Desejo-vos, sinceramente, o melhor na vida.

91 comentários a “Adeus”

  1. Daniel, fazes bem em partir, posto que afirmas não gostar de cá estar. Já para mim, e para muitos, senão todos, foi um gosto ter convivido contigo desta forma. Desejo-te as maiores felicidades.

  2. Daniel, de certa forma já esperava por este desfecho, atendendo à forma cínica com que te trataram ultimamente… É com desagrado que constato o desrespeito por pessoas como tu, que têm o propósito de fazer passar valores como: a ética, a educação e alertar para as regras/respeito no que concerne à sã convivência.

    De ti saboreei a humildade, tantas vezes expressa nos teus textos, e aquele carinho, tão próprio, pela humanidade só possível a quem a tem.

    A Zazie, por outras palavras, tinha escrito, na despedida do Fernando Venâncio, que se tinha ido embora um Senhor – com dissabor, acrescento: são agora dois.

    Obs.: não sei o que te passou pela cabeça para fazeres o que fizeste ao texto do JCF. Sei que não teve o propósito da ridicularização gratuita, mas que se deveu a um impulso que não conseguiste travar – daquelas coisas que nos saem, sem entendermos como, perante os que mais gostamos. Acredito que JCF terá capacidade para perceber isto mesmo e a capoeira de palavras (o rasteirar mesquinho) que se seguiu, por parte de alguns, com o objectivo de causar ruptura…

    Abraço

  3. Daniel: às vezes também não gosto de cá estar e tiro umas férias. E depois volto. Garanto-te que não haverá muitos blogues colectivos onde todos podem gozar esta suprema liberdade. Enfim, estás magoado e queres magoar. Até porque a condicional a seguir a um «direi que gostei» não é um «Se gostasse» (que pedia um «direi que gosto»), mas um «Se tivesse gostado». Desejo-te igualmente as maiores felicidades.

  4. Daniel, a liberdade é isto, como dizes, poder chegar, poder partir. Cada ponto de chegada é um lugar transiente, mesmo sendo recorrente, atractor estranho. Não digo como os romanos que a terra te seja leve, antes a existência, com queijinho de Nisa à mistura, um copo com camaradas de armas, uma risada do fundo da alma e um sorriso talhado interior. Um abraço

  5. joaopedrodacosta,

    doida? estou longe de ter o teu requebro de mãos…

    e se te fizesse rir, não te teria feito falar/escrever

  6. Custa-me aceitar mas compreendo. O Daniel de Sá é uma «humanidade individual» (como diz o outro) e não aceitou. Está no seu direito. Acontece aos melhores, os melhores nunca são os que estão na berra. No tempo de Cesário Verde o poeta era Cláudio Nunes, no tempo de Eça de Queirós o escritor era Pinheiro Chagas, no tempo de Camilo Pessanha o poeta era Augusto Gil. Hoje ninguém os lê. Ser conhecido não é ser importante.

  7. Daniel,

    Acabo de chegar de fora, vim ver o que a Aspirina tinha de novo e dou de caras com o teu fechar de portas.Primeiro o Fernando Venâncio, agora tu, quem mais se seguirá? Embora não tenha o prazer de te conhecer pessoalmente, tenho emprestado a voz a alguns dos teus textos e os meus alunos já conhecem o professor Daniel de Sá.Ontem,aquele pedaço de prosa poética sobre o vinte e cinco de Abril colheu calorosos aplausos e houve um professor catedrático que me pediu para o fotocopiar”Isto é uma pérola de Abril!”
    Mas confesso que já estava à espera deste desfecho.Pelo pouco que vi, não te situo neste espaço.Quem perde é o Aspirina e eu perco um escritor fabuloso, de uma versatilidade literária fora de comum.Tu vales uma LITERATURA, grande Daniel de Sá!Tu vales uma Literatura!

  8. Daniel,
    lamento este desfecho mas não posso deixar de lhe dar apoio na sua ida. O Daniel é demasiado grande para estar aqui. Merece um espaço à sua altura e com a sua dignidade.
    Gostaria de o continuar a ler noutras paragens.
    Abraço

  9. O AS tem toda a razão. De resto, gostava de deixar aqui escrito que eu próprio testemunhei por diversas vezes o Daniel Sá a postar no Aspirina com os pés de fora. Há quem se constipe por muito menos.

  10. Bom, parafraseando o grande Gabriel Alves podia dizer-te que derivou de um aproveitamento das faixas laterais e de uma pressão intensa no miolo do terreno.
    Mas na prática, e colocando as coisas à Charquinho (o Bairro), o Benfica teve uma ganda vaca.
    (Vem aí a Nossa Senhora de Fátima – nada de associações de ideias com a frase anterior – e isso poderá estar na origem do milagre que hoje aconteceu, mas eu gosto de acreditar na verdade desportiva e cunhas são cunhas por isso acho que foi mesmo o mérito de jogar pelas alas, criando os espaços para a entrada do ponta-de-lança que o central não consegue cobrir.
    Há algo de erótico na linguagem do futebol, não achas?).

  11. Daniel,

    a blogosfera é isto. Quem nela se mete, tem de ter arcaboiço para ouvir o que não quer, mesmo que não o devesse ouvir, é o caso. Sem admiração de fachada, lhe digo; pudera eu, ter alguém com a sua qualidade a corrigir os meus escritos e daria graças a Deus.
    É claro que continuarei leitor do Aspirina. Pelo menos, enquanto os restantes dois residentes que leio, por cá andarem. Não digo quem são, porque seria indelicado com os restantes, mas sublinho, dois.

    Um abraço.

  12. Daniel de Sá:
    Se, por um lado, fiquei surpreendido com este seu “Adeus”, por outro, não.
    É triste não ser compreendido pelos outros, quando a nossa intenção não foi a de magoar ninguém. Aceito que o Daniel terá sido demasiado ligeiro ao reescrever, a seu gosto e no seu estilo rigoroso, um poema alheio, sem ser a pedido ou com a autorização do seu legítimo autor, optando por fazer alterações – direi antes correcções – quase na totalidade do poema.
    Acredito que o não tenha feito por vaidade nem descrédito dirigido ao JCF. Por diversas vezes, como diz, se tem comentado nestas caixas a falta de métrica do autor, que continua, apesar das críticas ou dos conselhos – bastas vezes dados pelo próprio Fernando Venâncio –, a insistir no seu estilo de escrita. Só podemos respeitar a sua liberdade de escolha, embora, como poeta, nada abone em seu favor.
    Agora que muitos dos comentadores deste blog, perante um “deslize”, aproveitem a oportunidade para insultar, ridicularizar e “deitar fora”, sem qualquer assomo de amizade ou simpatia, alguém que muito do seu talento tem dado ao Aspirina, vai grande diferença. A diferença entre o insulto e a tolerância feita de solidariedade e de respeito.
    Dada a qualidade literária que lhe conheço, se a sua decisão se mantiver, o Aspirina fica cada vez mais pobre. A literatura de qualidade acabou. O blog começa a estar em fase “terminal” e não há fármaco que lhe valha!
    Reconsidere, Daniel de Sá. Reconsidere, pelos leitores que gostam de o ler e o apreciam como pessoa. Já não é a primeira vez que é “agredido”, e a vez anterior foi bem mais difícil de aguentar. Não dê alegrias aos seus “inimigos”! Repare: aqui, ninguém é amigo de ninguém. Nem o Fernando Venâncio escapou. A sua saída foi completamente banalizada, silenciada, direi, tanto pelos colegas como pelos comentadores.
    Não será com a prestação de uma Isabel, de um JCF, de um Valupi e de uma Susana, que um blog colectivo, conhecido e apreciado como este, continuará de vento em popa.
    Repare como a aceitação do seu «Adeus» foi passiva: JCF pouco ou nada adiantou. Não deu mostras de o haver desculpado. Isso, não lhe ficou bem. Embrulhou-se num esquivo e baralhado comentário, pouco ou nada ajustado – uma vez mais a olhar o seu umbigo. JPC continua o engraçadinho sem graça do costume. O Valupi tanto enalteceu como criticou. Dos outros, não merece a pena falar. Principalmente dos que só sabem escrever tocando as raias do obsceno ao abrigo dos pseudónimos. Restam os simples e honestos, a merecerem o «afecto» de que fala. E resto eu, a pedir-lhe de novo: não desista ainda. Não por eles, que ficam com o caminho livre, mas por nós os leitores do Aspirina. Troque-lhes as voltas, Daniel! Não vê como o JPC, sumido há tanto, já apareceu a colocar um post, com a cretinice de sempre? Pense nisto, amigo…
    Abraço não de despedida, pode ser? Verá que será recebido, por muitos, com alívio e agrado. Não se trata de voltar atrás com uma decisão, mas de reconsiderar essa mesma decisão.

  13. Só li a parte em que vai embora. Nem li mais nada. Só quero saber para onde vai. Não dispenso os seus bombons.
    E , gaita , bloguers portugueses , andam sempre nisto? Inveja , já diz o José Gil , é o maior defeito português , e terrivelmente visivel na blogosfera. Sério.

  14. O Daniel é, lamento ter de concluir, por mais voltas que dê entre os dedos à sua insular e complicada personalidade na esperança de encontrar uma saída que não o fira nem ofenda, um menino de cabelos brancos muito rabujento, muito mimado e mal acostumado. Em suma, o protótipo do ser humano que mais depende de palmas e elogio num raio de 300 quilómetros com centro no universo anticiclónico da Ilha de São Miguel. Por tal razão, será dinheiro perdido contratar uma brigada da judiciária para descobrir o nome do bicho que o mordeu e lhe causou despedir-se de nós de forma tão desabrida e inesperada. Com esta já são duas, como os mais velhos estarão lembrados

  15. E se a história desta personalidade estranha e muito sensível se repetir em cada um dos seus detalhes caricatos, ainda o teremos por aqui um destes dias para agradecer a vários e chamar ao resto nomes horriveis, nomes que nem aos nossos progenitores chamaríamos em estado de embriaguês, com palavras tão anatemáticas e acusações tão ridículas que até iremos esquecer a educação e diplomacia a que ele nos acostumou neste blogue onde nunca desperdiçou oportunidades para nos assegurar da sua honestidade, reverência divina e virtuosidade literária.

  16. Que raio de carpideiras, fosgasse!
    Já repararam quantos já sairam e entraram do Aspirina? E cá continua.
    Um blogue colectivo é uma realidade dinâmica, vão uns vêm outros e cada qual deixa (ou não) a sua marca e a vida segue a passo de corrida sem ligar pevas aos insubstituíveis.
    Fazem falta os que cá estejam, mainada.
    Perdeu a poesia, perdeu a poesia…

    Não faltam prái é poetas, como a caixa de comentários deste post o comprova, e daqueles que escrevem com fita métrica e tudo e não fazem birrinha por tudo e por nada, cambada de primadonas.
    Deixem-se de fitas (métricas ou não) e siga a marinha.
    Não tenho nada contra o Daniel de Sá mas afligem-me estes dramalhões inócuos.
    Além de que detesto despedidas…

  17. »EU ACHO Abr 27th, 2008 at 2:48
    (…)
    Aceito que o Daniel terá sido demasiado ligeiro ao reescrever, a seu gosto e no seu estilo rigoroso, um poema alheio, sem ser a pedido ou com a autorização do seu legítimo autor, optando por fazer alterações – direi antes correcções – quase na totalidade do poema.
    Acredito que o não tenha feito por vaidade nem descrédito dirigido ao JCF. (…)»

    Eu vi logo que tinha de ser qq coisa do género:=>…a tal inveja nacional a vencer, mais uma vez!, a inveja e a estupidez, claro…q é outro belo atributo do zé-portuga e pelo q consta do meio literário, então, é de fugir…

    Meu caro DANIEL, apesar de com grande pena, também, minha…’eu acho’ que fez mt bem em bater com a porta! Dir-se-á q de “JCF’s” e “valupis” anda o mundo cheio, é certo!, mas…ao menos aqui – na net – q ñ tenhamos de os aturar q a coisa faz-se por carolice e exercício de liberdade plena…por enquanto, ainda, o único espaço onde o podemos fazer, valham-nos todos os deuses do Olimpo…

    Assim sendo, a gente lê-se por aí…q no Aspirina a coisa está moribunda…os fantasmas ñ contam!

  18. shark Abr 27th, 2008 at 10:50

    Que raio de carpideiras, fosgasse!
    Já repararam quantos já sairam e entraram do Aspirina? E cá continua.(..)

    Sim, sim…é só dar uma mirada à lista das visitas antigas e à dos autores e fica-se a perceber – mt bem! – q é sempre a descer, mas…o q é preciso é sobreviver, né?, qualidade de vida???, ‘fosga-se’!:=>

  19. é tão engraçado as pessoas reflectem-se nos seus próprios ditos, jogo de espelhos, narcisos feridos, meio afogados? Fiquei a saber que para a amok-she é mesmo melhor que lhe desse um amok e se pusesse a correr pela praia fora, porque vem cá ler e acha que não tem de aturar quem ela leu porque quis

  20. é pá, oh z…cá pra mim ainda estás a dormir…já q ñ foi nada disso q escrevi, mas…pois, pode ser, fica assim…trabalhos me dessem contradizer-te…ou ensinar-te a ler!

    aliás, só voltei porque dei pr’ali uma calinada na gramática, ou melhor na ortografia!:=>…como ainda ñ me adaptei mt bem ao novo acordo…sei lá se é fosgasse, ou fosga-se!?!grrrrrr……cá por mim até podia ser à maneira da boa grafia antiga: o belíssimo foda-se dos menos puritanos da calinada, mas…estão em vossa casa, façam como mt bem entenderem…:=>

  21. “A sua saída foi completamente banalizada, silenciada, direi, tanto pelos colegas como pelos comentadores”.EU ACHO Abr 27th, 2008 at 2:48

    Que um dos directores responda a isto antes que este blogue não consiga navegar de vento em popa. E por favor informar que o meio de locomoção aqui é a jacto, como se fazia antigamente nas deslocações à India – partida na Ota com imenso barulho.

  22. tu gostas de bold, ousado, tudo bem.

    Eu acho que é a dinâmica normal e imprevista dos blogs, como disse o shark, um equilíbrio dinâmico é isto e há a variedade dos equilíbrios. Lá se é a descer ou a subir imagino que como montanha-russa tenha de tudo. Roleta russa também. Ciclos lunares e estações do ano.

    Isso da sobrevivência é verdade, em ambientes em contracção vigoram apertos que filtram selectivamente e dá a ilusão a uns que são os mais aptos. Normalmente quem gosta disso tem o pau pequeno e uma secreta vingança por cumprir. Como tu és mulher estás fora deste enunciado, mas te garanto que só vens aqui porque queres e só lês o que queres, disso ninguém te safa.

    Mas na blogostera os recursos são ilimitados portanto não é transponível a lógica de um ecossistema com substracto físico limitado. A lógica da blogosfera não é darwinista mas antes lamarckiana.

  23. Crótalo: eu gosto sempre de responder a imbecilidades como a que citas do EU ACHO. Aqui ninguém silencia nada. Tratamos é as pessoas como adultas. O Venâncio e o Daniel quiseram sair e fizeram-no via blogue sem antes terem falado com qualquer autor do Aspirina. A gente só pode aceitar, lamentar (se for o caso, e em ambos os casos lamento-o), desejar felicidades e bola prá frente. Pedir ao Venâncio ou ao Daniel para ficarem, para além de ser uma imbecilidade, seria, como é óbvio, uma falta de respeito. Simples, né?

    A malta leva-se muito a sério e sofre de uma manifesta ausência de sentido de humor. Vêm-se para aqui como HTML e como HTML se parte. É isso. E só os mais distraídos é que pensam que a frase anterior precisa de um «apenas».

  24. blá,blá,blá…pardais ao ninho, machismos bacocos e egos super inflaccionados…é a tradução exacta, nesta fase, do…Aspirina B!

    E é claro q uns entram, outros saem, é a lei da vida e toda a gente sabe isso…mas tal ñ retira a validade ao facto de q os q saem batem aos pontos – em qualidade! – os q ficam…afinal de contas a lei do mais forte prevalece, é certo, mas…mais forte em quê???

    Tal como dizia o Cippola nas suas Leis Fundamentais da Estupidez Humana :

    «A Primeira Lei Fundamental

    Cada um de nós substima sempre e inevitavelmente

    o número de indivíduos estúpidos em circulação.
    (…)
    A Terceira Lei Fundamental

    Uma pessoa estúpida é uma pessoa que causa um dano a outra pessoa

    ou grupo de pessoas, sem que disso resulte alguma vantagem para si,

    ou podendo até a vir a sofrer um prejuízo.
    (…)
    A Quinta Lei Fundamental

    A pessoa estúpida é o tipo de pessoas mais perigosa que existe.

    (Corolário: O estúpido é mais perigoso que o bandido.)

    …é, eu gosto mt de HTML!:=>…é assim a modos como tentar limpar um bocadinho da merda reinante…ao menos no aspecto visual, já q nos resto…a estupidez impera!…infelizmente não só na blogosfera…oh deuses!, se assim fosse viviamos num mundo perfeito…q ‘aspirinas’ é o q pr’ai há mais…

  25. JPC

    A tua explicação parece-me clara, e foi basicamente o que entendi quando a Susana e o Valupi se pronunciaram sobre isso. Só um nabo poderia pensar que alguém estaria interessado em ver-se livre do Fernando. Foi por não ter notado nenhuma conspiração que achei que o Eu Acho deveria ser “silenciado”, primeiramente, por vocês. A questão do Fernando, a sua saída repentina, ainda constitui um mistério para mim. Mas não perco o sono nem especulo porque sei que poderá haver mil razões diferentes. Suponho que não quiz melindrar ninguém com a explicação daquilo que levou a pisgar-se. Boa sorte para ele e, já agora, também para o Daniel que ultimamente até andava muito combativo e a espadeirar por todo o lado.

  26. Aconteça o que que acontecer, um enigma persistirá sem dúvida para sempre, quer queiramos, quer não, e fica enroscado no corpo desta simples pergunta: Que mecanismo de defesa natural não-somático teria impedido o nosso Daniel de ser como nós, de assimilar os nossos trejeitos e maneirismos culturais atabernados, de adoptar o nosso pendor para o pecado da ignorância cometido com naturalidade e descontracção, seja, de cultivar e desenvolver a mania que todos temos aqui no blogue de nos portarmos como crianças quando as oportunidades se apresentam?

    Que diacho, não haverá por aqui um santo capaz de explicar ao Daniel que a vida “são dois dias” e que o Tempo, não apenas o Espaço, também é uma forma de Energia e que portanto não há interesse científico nem pachorra humana para desperdiçá-lo aturando birras com centro na vaidade pessoal que ele não admite?

    Se eu estivesse no seu lugar, poria uma mão no queixito tremente e afagaria com espirito conciliador durante uns minutos a possibilidade de que os rapazes e raparigas que o hostilizam serem, no fundo, seus amigos, embora não necessariamente seus admiradores incondicionais. Furtar-se a considerar esta hipótese como possivel e natural, e até desejável, é querer morrer abraçado a falsas sabedorias.

    .

  27. Crótalo: se continuas a falar assim, ainda me apaixono por ti, caramba.

    Só três achegas:

    1. O Fernando não quis melindrar ninguém, nem ninguém (pelo menos a julgar pelas conversas que tive com o primo e com a Susana) se melindrou. O post que o primito escreveu sobre a sua saída era, de resto, lapidar: o capital de admiração, amizade e respeito que o Fernando foi aqui acumulando ao longo destes últimos anos é mais do que suficiente para aceitarmos, com lamento mas sem tristeza, a sua saída nos moldes em que ela aconteceu.

    2. O Daniel Sá é um bravo. E até acho que ele foi revelando ao longo da sua permanência no Aspirina um assombrável poder de encaixe. É pena ele ter saído a propósito de uma coisa tão insignificante, mas, novamente, aplica-se no caso dele o que disse sobre o Venâncio: nem sequer nos vamos atrever a especular se houve outros motivos para a sua saída para além dos que foram por ele referidos. Desta forma, a existência desse «enigma», como lhe chamas, não deve ser vista como uma pedra no sapato de ninguém – quando muito como uma bela flor para usarmos na lapela (atenção malta: acho que esta foi a primeira vez que escrevi na minha vida a palavra «lapela». Uau).

    3. Repito: o Aspirina é um oásis. Não apenas porque aqui escrevem pessoas tão diferentes sobre o que querem, quando querem e como querem, mas também porque cada um de nós foi (quase sempre) sabendo aproveitar o que de melhor o HTML tem para nos oferecer, como este sempre saudável convívio nas caixas de comentários. Finalmente, aquela lista de visitas antigas é um sinal inequívoco de que aqui ninguém silencia coisa alguma. Pelo contrário, até cultivamos o passado, o que, como é óbvio, faz deste blogue um HTML deveras conservador.

  28. João Pedro da Costa Abr 27th, 2008 at 15:53
    (…)
    3. Repito: o Aspirina é um oásis. Não apenas porque aqui escrevem pessoas tão diferentes sobre o que querem, quando querem e como querem, mas também porque cada um de nós foi (quase sempre) sabendo aproveitar o que de melhor o HTML tem para nos oferecer, como este sempre saudável convívio nas caixas de comentários.(…)
    Finalmente, aquela lista de visitas antigas é um sinal inequívoco de que aqui ninguém silencia coisa alguma. Pelo contrário, até cultivamos o passado(…)

    oh caraças!, eu devia estar a fazer as malas em vez de andar a dar troco a…cínicos!

    1)O Aspirina foi um oásis—FOI!;

    2)Escreveram, mt bem dito:escreveram!, já ñ escrevem, pq com a saída dos q faziam a diferença, resta o quê?…a manada dos formatados, logo acabou-se a diferença, já q afinam todos pelo mesmo diapasão e como mt bem dizia pr’ai um qq: ‘a lógica é antes lamarckiana’…actualmente é, sim senhor, mas ñ apenas na blogosfera…como já o disse: felizes de nós se assim fosse, mas essa é a lógica do mundo de hj…ñ deve ser, a essa lógica, alheia esta geração dos recibos verdes…cada um tem o q merece, pois então!ah valente lógica lamarckiana!:=>

    3)‘este saudável convívio nas caixas de comentáritos’ tem td menos de saudável…se o tivesse alguns não se sentiriam mal ao ponto de sentirem necessidade de sair…curiosa esta noção de ‘saudável’…tb deve ser da ‘lógica lamarckiana’!?:=>

    4)Finalmente…aquela lista de ‘visitas antigas’ só pode significar o qt as pessoas (de bem) se fartam destas fantochadas e dão o fora…restando, com bastante persistência conceda-se – a persistência dos afagadadores de egos – os q nada têm a perder…por nada terem para dar!…e o forçar o afastamento é uma forma de silenciar como outra qq, ou mais perversa pq disfarçada de muita coisa…entre a estupidez e o cinismo venha o diabo e escolha!

    E depois ñ me venham com a quantidade dos q cá vêm contra a qualidade dos mesmos…ñ é em vão q o jornal mais lido no cantinho portuga é o…Correio da Manhã, pois claro!:=>…o Aspirina pode ter começado assim tipo ‘Público’, mas ag já nem com este se pode comparar…é mesmo ‘tipo correio da manhã’, bahhhhhh

    E ag tchau, vou fazer as malas q vou de férias!!!

  29. João Pedro da Costa Abr 26 th,2008 at 22:19

    Elypse:és uma doida.

    P.S. Elypse é um homem. Só os maricas exibicionistas tratam assim os homens!

    João Pedro da Costa Abr 27 th, 2008 at 15:53

    Crótalo: Se continuas a falar assim ainda me apaixono por ti caramba.

    João Pedro da Costa Abr 27 th, 2008 at 0: 51

    (…) tens uma língua tão quente.

    Ganda maricagem, ganda bando de paneleiros, foda-se! Chega o JPC e lá se vai alguma dignidade que passava ainda pelo aspirina. Não confundir com liberdade! Merda: trocou-se a literura a sério pela ordinarice do costume, desde há um tempo
    arredia deste blog!

    Mas eu respondo-te, pá: e tu tens um cu tão macio, querida!

  30. e deve tê-la curta para ser tão susceptível que fica incomodado – vem cá de graça e quer ser servido com menu

    amok_she, baby, vais ver que nas férias ris disto tudo, e espreguiças-te, e é bom

    eu gosto muito de ser um qq – os famosos dão-me enjôo, em regra são corruptos e são feios

    ——

    A teresa tinha razão: sapo é muito melhor, príncipe começa por ser um descanso mas depois é um mar de tédio, uma horinha por dia chega, talvez duas

    e sapo papa aranhas

  31. Gosto, com uma mulher por baixo ou por cima. Não sou como tu, priminho. Não confundas o Dom Pixote com a tua, ao que parece, aversão às c. de que falam por aí certos posts. É uma questão de gosto, pá. Não sabes o que perdes. O JPC e outros como ele não valem um corno! E os maricas, só respeito os que são discretos, nunca os exibicionistas, como parece ser o teu caso e o do JPC. E basta de tretas. Não mereces a minha falta de tempo,pá!

  32. z, eu não acho nada. Só acho que os disparates no Aspirina me deram vontade de ir ler poesia e é o que vou fazer já, já.
    Daniel, tenho que te dizer que a tua atitude é infantil. Já tens idade para ter juízo. Tens textos admiráveis (recordo-me da história do cão), mas ao mesmo tempo ages como um puto de 5 anos… Seria mais inteligente da tua parte continuares por cá, apesar das dissensões.

  33. fudeste-me a kpk, cláudia! Eu bem me parecia que nestas coisas não há que procurar sinergias, mas depois não digam que não tentei. Mas a culpa foi do Daniel, que resolveu namoriskar no meio

  34. Daniel, isto agora da coerência mortal agora já não está a dar, ficou muito déjà-vu e estamos em tempo de pirilampos. Um dia ressuscitas de imprevisto, postas uma coisa, e vais ver a festa, pá! Eu também não sei como hei-de fazer, fiel jardineiro, tomo conta dos canteiros na retaguarda, mas as cruzes pá, as cruzes…

    ainda por cima o portas foi aí dar-me cabo do senhor Santo Cristo, eu sei que Ele é de todos, mas com ciúmes fico sempre meio lixado

    volto ao meu Berequias Zarco

  35. meus senhores,
    Com esta situação a ameaçar tornar-se uma fonte de mal entendidos, opto por esclarecer desde já o seguinte: como os senhores saberão, o Daniel colabora, generosa e pontualmente, no meu ‘sete vidas como os gatos’ já há vários meses. Hoje mesmo iniciou por lá a publicação de um estudo sobre a ópera em Portugal, uma série de textos que vos convido a ler, pelo menos aos que gostam do autor, do tema ou dos dois. A coincidência de datas com a sua saída aqui do aspirina, que lamento profundamente, não tem e não terá nada a ver com esta nossa relação de amizade e de colaboração literária. Porquê então a explicação? Por duas razões: porque eu cá gosto de tudo preto no branco, sem rodriguinhos nem intrigas, e porque faço tenções de vos ir informando e convidando para por lá apreciarem o seu trabalho (e o meu, já agora) e não quero, em nenhuma altura incluindo esta, sentir qualquer constrangimento ao fazê-lo.
    Cheguei até ao aspirina pela mão do Daniel de Sá, de quem me considero amigo pessoal, e aqui criei laços intelectuais com algumas pessoas que aprendi a ler, a conhecer e a respeitar tal como são, concorde ou não com o que elas escrevem e/ou pensam. São essas pessoas que fazem do aspirina também a minha casa. Sinto a falta de uma delas, o Fernando, mas, sendo muito claro mais uma vez, enquanto houver valupi há aqui esperança para mim, essa é a verdade. É, neste momento, a minha razão primeira para aqui vir, sem querer menosprezar ninguém. Depois os comentadores, alguns. Nem por isso, no entanto, dispenso a qualidade do escriba Daniel de Sá e sinto-me feliz por poder publicá-lo, para meu e vosso prazer. Sugiro por isso que (alguns d)os senhores se deixem também de merdas e o leiam em http://setevidascomoosgatos.blogspot.com/2008/04/pera-em-portugal-as-origens-da-pera-i.html. Fiz-me entender?
    Cumprimentos.

  36. Bolas, ainda bem que nem estava cá, senão a culpa ainda ia ser minha.
    Pois, felicidades, Daniel, pena é que não tenhas gostado de estar no Aspirina durante tanto tempo, mas há gente assim, que não gosta de estar num sítio durante muito tempo e fica lá, mesmo não gostando. Espero que para onde vás, gostes mais de estar.

  37. DANIEL,

    Obrigado pelo convite. Assim que acabar de fritar os meus pasteis de bacalhau e meter no forno um pão que não precisa de ser amassado e leva duas colheres de vinagre de maçã para lhe dar “personalidade” (receita na Internet), vou começar a pensar sèriamente nas vantagens e desvantagens de me corresponder contigo electronicamente. Se nas próximas 24 horas fores ao correio e não encontrares lá nada meu é porque decidi amandar-me aos pastéis e ao pão.

    Como última crítica ao poeta, ensaísta, contista, ritmista e imitador de vernáculas maneiras de dizer para encher os chouriços de ócio inanimado e manter acesa a labareda de respeito aos nosos clássicos – que foi só o que te calhou ser mas poderias muito bem ter dado em frade capuchino ou deputado socialista para agradar a fregueses descontentes com os aspectos mais desumanos do capitalismo – sugiro que no próximo boletim nos poupes a certas dores. Por exemplo: a tua intenção óbvia de torturares os “outros” informando-os de que os teus “amigos” ainda não sabiam onde residias na Sapo.

    .

  38. RVN,

    Eu iria com muito gosto a esse teu blogue das “Sete vidas” para ler “As origens-da-pera-em-Portugal”, do “escriba” Daniel de Sá, mas estou farto de carregar no botão do teu link e nada, não consigo entrar no S. Carlos. E penso, já que existo: lá vou eu perder a rara oportunidade de saber porque razão é que nos tempos da Primeira República havia alguns Cavignacs da Maçonaria que não gostavam de barbeiros.

  39. crótalo,
    e não é que estás cheio de razão? O diacho do link do texto não funcemina mesmo, deve ter sido… sei lá, isso, ou talvez aquilo, quem sabe azelhice, até. Mas, porque para cada cinto de castidade existe um abre-latas na falta da chave, sugiro que vás pelo ‘RVN’ que assina no canto superior esquerdo deste comentário. Vá pelos seus dedos, aqui e nas páginas amarelas. Vais lá dar direitinho, ao blogue. Se eu não estiver, entra e fica à vontade, be my guest, demora o tempo que quiseres. Quando acabares puxa só a porta, fica mesmo no trinco, não tem mal. É tudo gente séria, como sabes.

  40. Crótalo: não gostarias de escrever no Aspirina? É que eu gostava MUITO de propor o teu nome ao resto da malta.

    rvn: tiroso? (blimey, caí na armadilha!)

  41. JPC, obrigas-me a repetir o que o Dom Pixote escreveu nesta caixa:

    João Pedro Costa Abr 27 th,2008 at 15:53

    “crótalo: se continuas assim ainda me apaixono por ti.”

    E não é que te apaixonaste mesmo!? Pelo convite público, vê-se!
    Quanto a mim, há duas vertentes: a tua paixão, mas muito mais a necessidade URGENTE de arranjarem novos colaboradores para o Aspirina. A qualquer custo. Por isso, já se convidam comentadores sem avaliação prévia. Só por impulso. Mas o crótalo, que deu mostras, inequívocas, de que não gosta de cravos vermelhos!? Tem juízo, JPC tem juízo!A única coisa a seu favor (!!!) é ter uma linguagem desbragada e ordinária como a tua. Deve ser por isso.

  42. AS, sim vê-se o estado a que chegou o Aspirina. Da qualidade e rigor que o Fernando Venâncio exigia dos seus colaboradores, passou-se a esta deplorável penúria. Pois: quem quiser, não leia, não venha cá, dizem eles. E assim vai ser: provavelmente não vão ler, provavelmente não virão. Para ler posts assinados por crótalos a convite de “apaixonados”…Não é para todos os estômagos. Demais, não faltam por aí bons blogs. Aqui, é a costumada pasmaceira, a sempre igual roda de “amigos” a enaltecerem-se uns aos outros, por coisitas de meia-tigela, ou a descarada linguagem vernácula que nem todos admiram. Os bons já cá não estão. Uns atrás dos outros, foram andando. Fazem falta, mas fizeram eles muito bem!
    Cumprimentos.

  43. este pontos nos ii também deve ser da concorrência. Mas por razões indizíveis todos os comentários têm a sua pertinência

  44. pontos nos iis e família, vocês são intriguistas, vira-casacas e desmemoriados. têm dado um contributo maior para o blog do que todos os colaboradores juntos, o que agradeço. embora não consiga ler tudo que escrevem, pois a vossa escrita é maçadora. deve ser coisa de genes.

    amok, visto que até à data nunca tinhas comentado um post do daniel, será de presumir que para ti ele tem mais encanto na hora da despedida, sua maldosa. ou então a maldade era dirigida alhures, e és tu quem não acerta uma. és excelente atiradora de tiro aos pés.

  45. Susana

    A sua (falta de) argumentação é digamos que assim… um bocadito de infatilóide. Ou seja na falta de argumentos melhores toca de meter tudo no mesmo saco e chamar os meninos de maus e intriguistas. Diga-me, minha cara, também bateu o pé, cruzou os braços e puxou o beiço inferior para cima para dar ares de menina mimada?
    Ou por acaso, é este o dito blog democrático onde todos têm direito a uma opinião, excepto se esta for contra as opiniões dos lobbies aspirínicos?
    Eu por acaso tenho que bajular os versos infantis do JCF? Ou aplaudir as baboseiras de análise de textos de 4ªclasse do JPC? Ou vê-la a dizer ámen a tudo o que o Valupi diz?
    Tenha juízo, Susana. Beba um chá de cidreira e continue a encher chouriços neste blogue para ver se a saída de gente de valor passa despercebida.

  46. AS, primeiro fiquei surpreendida por ver que também eras da família, ao contrário do que me mostrou a minha bola de cristal. depois percebi que não, e por isso não percebeste nada do que eu acho.
    o que sempre advoguei é isso mesmo: opinião livre. pela mesma ordem de ideias, eu direi amén aos meus amigos sempre que eu quiser, por muito que batas o pé em contrário.

    e daí… não és da família nuclear, mas pela parvoíce deves ser prima.

  47. JPC,

    Lamento mas tenho de dar-te um cabaço.Coisas destas acontecem. Espero que não leves a mal. Ou então será a serpente Ponto nos ii que me está a roubar-te. Prepara-te para casamento, em breve.Porra, não há-de ser pior que uma solitária descascada com os intervalos regulares prescritos no meu velho manual.

    Pontos nos ii,

    Não gosto de cravos bermelhos? Quem te disse isso, doida? Gosto, e muito. Do que não gosto é das Carmens de Triana e Lolitas Ciganas como tu que os penduram nas orelhas em romarias e primeiros de maio a pedido das Maçonarias e dos Rotchilds, através das linhas indirectas dos canais da merda que mantêm o teu estofo intelectual ao nível do da alga primordial.

  48. Susana

    Quase (mas só mesmo quase) é que fiquei com medo da sua bola de cristal.

    Três questões que não percebeu:

    1º- o meu comentário referia-se à sua falta de argumentos e ao seu texto infantil
    2º- não tenho primos; os que cá andam já fazem estragos suficientes
    3º- dizer amén aos seus amigos não é sinal de amizade: é sinal de vassalagem.

    Continue na sua, esperneie à vontade porque já todos perceberam as figuras ridiculas que faz.

  49. AS, argumentos para quê? que eu saiba, precisa-se de argumentos para defender qualquer coisa. que pretendes tu que eu defenda?

    1º manda lá uns argumentos que justifiquem a tua avaliação de texto infantil;
    2º diz que estragos fizeram eles;
    3º não, não é sinal de amizade. os amigos dizem a verdade. não sou dada a lisonjas nem a adulações. quando não gosto, geralmente não digo coisa alguma, a não ser que haja uma moção interior de crítica irreprimível. quando gosto ou estou de acordo, sou tentada a dizê-lo. quando me perguntam digo sempre o que penso, e os meus amigos sabem disto.
    se eles são tão bons a culpa é toda deles.

    não preciso da tua licença para espernear. quanto à figura ridícula concordo: o mais proeminente sinal é estar a dar conversa a palermas.

    saiba vocelência que há bocado salvei um comentário seu do spam. é o que digo: estes bastidores têm verdadeira intuição feminina.

  50. Crótalo:
    Ficaste zangado, pá? Não era caso para tanto. Roubar uma desgraça como o JPC!? Não me faças rir, pá, vai-te catar! E essa de me chamares «doida» mostra bem o «clube» a que pertences. Não é o meu. E acabou-se o diálogo. Contigo, fico por aqui.

    AS:
    Apoio incondicional. Tenho gostado dos seus comentários. Os aspirínicos que se aguentem. Já são tão poucos e estão tão desnorteados, que chegam ao ponto de pedir «esmola» aqui pelas caixas! O pior, é que não levam nem um cêntimo… Que o diga o João Pedro Costa.
    Cumprimentos.

  51. pois minha linda, tu a trabalhar e eu a capicuar, mas já tou com um olho catrapisco

    que saudades que tenho da alga primordial,

    tenho que ir para o meu Zarco, não vou abandonar o rapaz a meio daquela atribulação

  52. Não claudia. Um tal crótalo é que chama «doidas» aos primitos e aos que não são da «família», entendes? Chama assim aos «homens de barba rija», percebes agora? O que ele chama às mulheres, não faço ideia. Mas olha que não deve ser nada de bom, garota…
    Beijoca!

  53. Que giro, a malta a afiar as naifas para retalhar o alegado cadáver virtual…
    A Zita Seabra e o Vital Moreira sairam e o PC lá continua, o Alberto João Jardim vai ser Primeiro-Ministro e a Madeira não irá afundar por causa disso. E até o Benfica ficou sem o Eusébio e mantém o estatuto de grande clube mundial.
    Pronto, o exemplo do Glorioso não encaixa tão bem no boneco. Mas estou certo de que a malta percebe onde eu quero chegar.

    Mais sexo, pessoal. É a receita ganhadora. Não há anti-depressivos que dêem melhor a volta ao mau humor, ao despeito e mesmo ao apelo do necrófago em cada um de nós.

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